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A Globalização: reconstruindo a Torre de Babel

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Com a desintegração da antiga URSS no início da década de 90 — que pos fim a guerra-fria protagonizada com os EUA — o mundo se veria diante daquilo que o ex-presidente americano Ronald Reagan teorizou nos anos 80 como sendo a Nova Ordem Mundial, cujo significado, apontava para um reordenamento das relações de poder entre os estados na arena internacional.

Na prática, a Nova Ordem significou o triunfo do capitalismo no mundo e, por conseguinte, criou o ambiente propício e tão necessário ao processo da globalização.

A globalização, que pressupõe a integração sócio-político-econômico-cultural e por que não dizer, religiosa da sociedade mundial — considerando os esforços ecumênicos e de diálogo inter-religioso empreendido pelo vaticano, definitivamente revolucionou a sociedade mundial. A forma como o homem moderno passa a interpretar a realidade em que vive e que o leva a se situar no tempo e no espaço, já não se está mais condicionada ao ambiente regional, a perspectiva agora é global.

O que antes era impensável agora se tornou uma realidade — a globalização conseguiu criar uma unidade na global12pluralidade. As barreiras culturais, geográficas, lingüísticas etc. já não representam mais, ao contrário de um passado não tão distante, qualquer dificuldade. Cada vez mais as pessoas ouvem a mesma coisa, falam a mesma coisa, se vestem da mesma forma, enfim, estão cada vez mais acomodadas a uma cultura global.

Podemos dizer que o fenômeno da globalização tem promovido a síntese cultural da sociedade mundial. Neste aspecto, percebe-se um fenômeno de ocidentalização do oriente e vice-versa. Se por um lado o oriente foi invadido pela cultura materialista e consumista do ocidente, por outro, o ocidente se viu invadido por uma verdadeira onda de misticismo oriental que atingiu todos os aspectos da sociedade ocidental. Práticas orientais como a yoga, a acupuntura, a meditação, Reik, Tai Chi Chuan, movimento “New Age” etc., são claros exemplos deste processo.

images15Este fenômeno chega até mesmo as telas do cinema, como na trilogia Matrix, um dos recordes de bilheteria da história do cinema, com sua filosofia zen-budista, e na saga de george Lucas Guerra nas Estrelas onde se percebe claramente ao longo de todos os episódios da série a filosofia oriental permeando todo o ambiente do filme.

Trocando em miúdos, queremos dizer que a globalização tem levado a humanidade a uma consciência holística — o homem moderno passa a se ver como parte de um todo maior.

É bem verdade, que há um grande esforço por parte de alguns, no sentido de que esta consciência se consolide cada vez mais. A propaganda do aquecimento global, da ameaça do terrorismo internacional, da crise econômica mundial etc., tem se prestado a este propósito na medida em que cria também, o senso comum de que tais problemas são de abrangência mundial e, portanto, envolve a todos invariavelmente. Esta conscientização do problema comum, gera um estado de solidariedade mundial que, por sua vez, leva a humanidade, movida por um sentimento de unidade, a se submeter a uma agenda de interesses que lhe pareça comum. Tal processo, irreversível, conduzirá a civilização ao clímax da Nova Ordem Mundial, um mundo sem fronteiras regionais, coexistindo sob um único modelo econômico mundial, um único sistema religioso mundial e, tragicamente, controlado por um governo totalitário mundial aparentemente “benevolente”. Neste ponto, nos reportamos ao título desta abordagem e afirmamos seguramente que, a realidade supracitada, tem um forte paralelo com o contexto que caracterizou a sociedade contemporânea ao episódio da torre de Babel conforme registrado no livro de Gênesis 11: 1-9. Vejamos:

babel2“E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.”

Segundo a tradição, o protagonista da rebelião acima foi Ninrode, neto de Cam, um dos filhos de Noé.

A Bíblia cita Ninrode como sendo um homem poderoso e como tendo sido o líder de um reino que compreendia quatro cidades entre elas Babel:

(Gênesis 10:8-10) – “E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso caçador diante da face do SENHOR; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do SENHOR. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.”

Curiosamente o nome Ninrode significa “rebelar-se” como bem explicou o erudito E. F. C. Rosenmüller: “O nome Ninrode se deriva de [ma·rádh], ‘ele se rebelou’, ‘ele desertou’, segundo o significado hebraico.” Rosenmüller explica ainda que “os orientais têm o costume de se referir muitas vezes às pessoas de destaque por outro nome dado após a sua morte, e por isso às vezes há uma notável harmonia entre o nome e os atos da pessoa”.[1]

A definição etmológica dada por Rosenmuller, harmoniza-se com a tradição que afirma ter Ninrod, liderado um movimento de rebelião contra a autoridade do próprio Deus.

Deus havia ordenado, tanto para Adão quanto para Noé, que a vontade Dele era que povoassem toda a terra. Isto implicava consequentemente na impossibilidade de centralização de poder em torno de um líder local e todas as conseqüências nefastas advindas disto. Contudo, o relato bíblico nos diz que aquela geração pós-diluviana fez justamente o contrário do que fora estabelecido por Deus. Eles falavam a mesma língua, tinham um mesmo líder e, aquela altura, tinham já estabelecido pra si mesmos um mesmo projeto sócio-político-religioso que em tudo contrariava a vontade divina.

Tal projeto, baseado na arrogância e na presunção humana, consistia na edificação de uma cidade e de “… uma torre cujo cume toque nos céus”, qual construção, na mentalidade soberba daqueles, lhes conferiria o status necessário para se firmarem como pessoas grandiosas e independentes da autoridade divina.

diluvioVale lembrar que naquele momento as lembranças da terrível catástrofe que foi o dilúvio ainda fervilhava no coração e nas mentes daquela geração, por isto mesmo, estavam iludidos com o fato de que, num eventual dilúvio, estariam seguros, desta feita, pela crença que tinham na segurança que a torre lhes asseguraria após ser construída. Isto era suficiente para fazê-los ousar e se voltarem contra a vontade estabelecida por Deus.

Àquela altura, considerando que Ninrode ocupava a liderança política e empreendedora do projeto, somos levados a acreditar que um tipo de liderança religiosa já estava também estabelecida na pessoa deste. A história nos mostra que os antigos monarcas com freqüência se consideravam legítimos representantes da divindade, quando não, os próprios deuses, e isto é bem característico dos antigos déspotas babilônicos, cuja origem remziguratonta a cidade de Babel edificada por Ninrode. Outrossim, a antiga torre de Babel nos lembra os conhecidos “Zigurates”— espécie de torre encontrada na Mesopotâmia em forma piramidal composta de vários pavimentos sobrepostos com um templo no topo. Tal construção sugere que a torre de Babel poderia já estar sendo construída também com uma perspectiva religiosa.

Assim sendo, temos motivos para acreditar que a torre de babel era a materialização de um projeto fruto de uma conspiração orquestrada por Ninrode, e que visava o desvencilhamento da autoridade de Deus e, que, uma vez concretizada, centralizaria na pessoa de Ninrode o poder temporal e religioso, um rei-sacerdote, característico dos antigos monarcas da antiguidade.

Chama-nos também a atenção, o fato de que a persuasão a que Ninrode conseguiu impor sobre toda uma geração, fazendo-a se desviar da vontade divina, tenha se valido de um hipotética ameaça de aniquilação, tal como foi a do dilúvio. Neste aspecto, a união daquelas pessoas se processou à partir de um temor gerado por uma sensação de insegurança, o que os fez enxergarem em Ninrode uma figura salvadora, capaz de lhes assegurar a segurança e a liberdade que julgavam não possuir, servindo ao Deus que em gerações anteriores enviou o dilúvio.

A unidade daquela geração, tornada possível em razão de falarem a mesma língua, de estarem sob a direção de uma mesma liderança, de compartilharem de um mesmo projeto, era abominável aos olhos de Deus, pois a mesma não se constituía sob a órbita da autoridade divina senão sob a de um líder humano, Ninrode.

ia_apocalipse21_2-4-fundoA intervenção de Deus se deu de forma inadiável, frustrando Ele aquele projeto maligno, ao confundir-lhes a língua, inviabilizando assim, qualquer tentativa de unidade social e de empreendimento. Na confusão das línguas Deus reinvidicou sua vontade manifesta a Adão e, posteriormente, a Noé, após o dilúvio, de que deveriam se espalhar e povoarem toda a terra.

Por tudo isto, o contexto que caracterizou o episódio da torre de Babel nos oferece um quadro surpreendente da época atual. Pode-se dizer que Babel foi o embrião da Nova Ordem Mundial, considerando o fato de Babel ter sido a primeira tentativa humana de congregar toda a sociedade em torno de uma única estrutura de poder político-religiosa.

À semelhança daqueles, que conviviam com o temor infundado de um novo dilúvio, o que os fez se revoltarem injustamente contra Deus, constituindo sob si mesmos um líder e abraçando um projeto comum, atualmente temos sido bombardeados com a propaganda maciça dos grandes problemas globais que ameaçam a civilização e a paz social, como as mudanças climáticas, o terrorismo internacional, as grandes epidemias etc. Este “terrorismo psicológico”— não discute-se aqui a legitimidade dos problemas — que tende a se acentuar á medida que avançamos nestes tempos finais, por fim levará a sociedade, pelo temor supracitado, a se submeter ao primeiro “Ninrode moderno” que se apresentar como o salvador da pátria trazendo consigo um projeto “espetacular” que soará bem aos ouvidos do mundo e, por isto mesmo, os unirá, em uníssono, na subserviência a sua liderança.

De fato, tal líder se apresentará ao mundo, conforme bem profetizou o apóstolo Paulo no livro de II Tessalonicences 2 : 9-12. Ali temos uma mostra do caráter, das intenções e das realizações deste instrumento de Satanás:

“A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.”

Biblicamente, sabemos que tal projeto terá por motivação o mesmo espírito de rebelião que caracterizou o projeto Babel. O que se busca neste empreendimento é a reconstrução espiritual da torre de Babel e a ruptura definitiva da humanidade com o Deus pessoal da tradição judaico-cristã.

Um sinal claro de que o legado da Torre de Babel não foi esquecido, ao contrário, tem sido levado adiante pela Nova Ordem Mundial, pode ser claramente percebido abaixo na nota de um dólar americano.

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Na imagem, no lado esquerdo, temos uma pirâmide maçônica (uma torre?) com “o olho que tudo vê” ao topo. Acima da pirâmide temos a inscrição latina “Annuit Coeptis” significando “Anunciando o nascimento da” e, logo abaixo, outra inscrição —“Novus Ordo Seclorum” significando “Nova Ordem Mundial”. Assim, o que a imagem sugere, é que naquela ocasião o nascimento da Nova Ordem Mundial, um projeto humano-espiritual, exemplificado pela pirâmide maçônica com o “olho que tudo vê”, estava sendo anunciado.

O espírito do Ninrode moderno, o Anticristo, já está presente e atuante no mundo, bastando apenas o momento certo pra irromper no cenário mundial, envolvendo a humanidade apóstata no projeto babilônico da Nova Ordem Mundial. Entretanto, assim como Deus não tolerou a soberba e a rebelião daquela geração, do mesmo modo Ele há de intervir e porá um termo nesta conspiração mundial que se desenha diante de nossos olhos. O Salmo abaixo nos dá esta certeza:

(Salmos 2:1-5) – “Por que se rebelam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará”.

Resumidamente, a globalização, fenômeno que se tornou possível à partir da Nova Ordem manifesta ao fim da chamada guerra-fria entre USA e URSS, criou o ambiente propício e tão fundamental a implantação de uma consciência universal que por fim levará a humanidade a se unir em torno de uma única estrutura de poder político-econômico-religiosa, qual estrutura se porá, através do anticristo, tal como Ninrode,, em oposição direta ao Deus pessoal da tradição judaico-cristã.

O episódio da Torre de Babel, caracterizado por um movimento de rebelião contra a autoridade do Deus criador, nos serviu como um quadro realístico das condições em que se encontrará a humanidade nestes tempos finais.

Portanto, se cremos que o legado de Babel tem sido assumido pela Nova Ordem Mundial, podemos assumir que o final dos tempos tem chegado.

[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Nimrod_(rei)

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Supremacia americana: um mito?

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CARACAS (Reuters) – Uma frota de navios de guerra russos chegou à Venezuela na terça-feira para fazer exercícios navais em conjunto com o país caribenho, disse o presidente Hugo Chávez. Os exercícios, que estão sendo acompanhados com atenção pelos Estados Unidos, coincidem com a visita do presidente russo, Dmitry Medvedev, que chega à Venezuela na quarta-feira.
A visita faz parte de um tour pela América do Sul que inclui o Brasil, onde ele está agora, e Cuba. Medvedev veio à América Latina no momento em que a queda do preço do petróleo está preocupando os países produtores de energia, como a Rússia e a Venezuela.
O governo norte-americano disse não considerar importante a visita de Medvedev à Venezuela. Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado, zombou da visita, perguntando se os navios seriam “acompanhados de rebocadores”.
Para ele, não há dúvidas quanto a quem tem o poder militar e econômico na região. “Vamos acompanhar (a visita) com atenção, mas não acho que alguns navios russos no Caribe, com os venezuelanos, vá levantar a sobrancelha de alguém”.[1]
O excerto de notícia acima, veiculada dias atrás, me chamou a atenção por dois motivos, os quais considero intrinsecamente relacionados: um alinhamento beligerante, na órbita da Rússia, de países contrários a política internacional norte-americana, e a arrogante e irresponsável declaração do porta-voz do Departamento de Estado, Sean McComrmack, ao menosprezar o poderio bélico russo.
O primeiro não nos incomodaria tanto, se não tivéssemos cientes e convictos, de que há uma grande e real possibilidade de haver um conflito militar sem precedentes num futuro próximo, que poderá significar a destituição dos EUA da liderança política-militar mundial, e o consequente solapamento da democracia mundial, pelo recrudecimento da influência socialista. Sabemos que isto pode soar um absurdo pra maioria das pessoas, afinal, por longos anos fomos condicionados – pela mídia e pela propaganda holliwoodiana – a acreditar que os EUA é força imbatível e, principalmente, á partir da desintegração da antiga URSS, achou-se que o poderio norte-americano estaria soberanamente estabelecido; nenhum engodo poderia ser maior. Enquanto a América se deleitava nesta ilusão, a Rússia veladamente articulava suas estratégias e amadurecia seu projeto militar – seguramente, o mais poderoso do mundo – , o armamento escalar, capaz de  lhe conferir larga vantagem em qualquer conflito militar em que vier a ingressar-se. Ao tomarmos conhecimento do poderio de destruição do armamento escalar russo, compreenderemos o porquê de considerarmos irresponsáveis as palavras de McComrmack. Antes, porém, a propósito de justificação de nosso posicionamento, não como verdade objetiva senão como reforço do argumento, mostraremos, com base em dois ângulos distintos, o porquê de acreditarmos que a aniquilação dos EUA, literal ou, enquanto potência mundial, é uma possibilidade a ser considerada.
1º- O argumento profético
(Ezequiel 38:1-9) – “Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo. Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.”
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A profecia acima, datada de cerca de 2.600 anos atrás, revela que nos últimos dias uma coalizão de países liderados pela Rússia viria do Norte e invadiria Israel.
Conceituados escatologistas e exegetas não unânimes em afirmar que a referência a Gogue e Magogue acima diz respeito a moderna Rússia:
“O termo ‘Gogue’ acima é traduzido a partir da frase hebraica ‘nesi rosh’. Embora ‘rosh’ possa ser um adjetivo com o significado de ‘cabeça’, ou líder, pode também significar o nome próprio de um local, ‘Rosh’. “O léxico hebraico de Brown, Driver e Briggs indica que Rosh aqui é o nome próprio de um povo… a Rússia atual.”
“Tubal e Meseque foram o quinto e o sexto filhos de Jafé, e seus descendentes se fixaram ao sul do Mar Negro… o nome Moscou deriva do nome tribal Meseque, e Tobolsk, o nome do estado principal, vem de Tubal. (The Coming Peace in the Middle East, de Tim LaHaye, Zondervan Publishing House, Grand Rapids, MI, pg 29-30)
Ao analisarmos a profecia, chama-nos a atenção, o fato de a Rússia, ao intentar contra Israel, não  sofrer resistência da parte de nenhum país. Este dado chamou a atenção de estudiosos no assunto, considerando eles que, Israel, sempre contou com o apoio e a proteção dos EUA. Especulou-se então, que o motivo da não resistência norte-americana ao ataque a Israel, conforme se observa na profecia, se devesse a duas possibilidades: os EUA estariam aquela altura condescendentes com o ataque ou, o mais provável, não estarão em condições de oferecer resistência, seja por estarem enfraquecidos econômica-militarmente ou, até mesmo, destruídos numa guerra anterior. Se isto puder ser levado em conta, o que não descartamos, então temos um argumento que corrobora a possibilidade aventada acima em relação ao futuro dos EUA.
2º- A conspiração ocultista
O termo Nova Ordem Mundial, mormente, remete a idéia de processo sócio-político-econômico no âmbito das relações internacionais. É uma leitura correta, porém, não se esgota aqui seu total significado.
Para escatologistas, teóricos de conspiração, ocultistas e esotéricos de matizes diversas etc. o termo se refere a algo de significado muito mais abrangente. No caso específico dos ocultistas e esotéricos, a Nova Ordem Mundial significa uma ruptura, no caso, com a antiga ordem fundamentada nos valores da tradição judaico-cristã. Busca-se uma “nova era”, um tipo de “iluminismo esotérico”, onde a civilização mundial irá transcender da atual ordem para uma nova existência, sendo que, tal transição, se dará de forma dramática, pela remoção de todo obstáculo que se fizer necessário, seja humano, cultural, político, religioso etc. quando então, o mundo se verá enfim, diante de uma realidade totalmente nova, caracterizada pela centralização do poder mundial, sob a égide de uma figura messiânica, atuando sob um governo global totalitário ” benevolente”.
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Antes de alguém julgar os ideais ocultistas como mera utopia de um bando de desajustados, é bom considerarmos o fato de que a totalidade da elite global está associada a uma sociedade secreta, ou são adeptos de algum tipo de ocultismo. Tais pessoas são políticos bem sucedidos, empresários, banqueiros internacionais, chefes de Estado, membros da nobreza européia etc. e trabalham diligentemente, cada qual em sua esfera de influência, para a implantação da Nova Ordem.
Sendo assim, considerando o nível de influência que tais pessoas estão revestidas, ficamos a pensar sobre até que ponto elas são capazes de interferir nos acontecimentos mundiais em prol dos seus objetivos. As citações abaixo são reveladoras e, ao mesmo tempo, estarrecedoras, pois revelam qual é a expectativa dos ocultistas em relação a nação americana para o futuro imediatamente anterior a implantação da Nova Ordem Mundial.
“No fim dos anos 1700, os espíritos-guia dos principais líderes Iluministas começaram a lhes dizer que o continente norte-americano, mais tarde chamado de Estados Unidos da América, seria estabelecido como uma nova Atlântida, uma terra de liberdades incomparáveis política, espiritual e economicamente. No entanto, esses espíritos-guia advertiram que essa nova Atlântida não seria o reino final; em vez disso, seria o passo intermediário para a Nova Atlântida final e aperfeiçoada. No momento certo na história mundial, essa nova Atlântida, seria destruída para que o sistema final chamado de Nova Ordem Mundial, sob a liderança do Cristo [anticristo], possa ser estabelecida.” [3]
“Os ocultistas sempre viram os EUA como uma ave Fênix. Após liderar o mundo na passagem para a Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, o plano deles é que os EUA se auto-imolem, queimem em chamas e sejam reduzidos à cinzas. No entanto, a partir da pilha de cinzas outra ave Fênix ressurgirá, desta vez o Reino Global do Anticristo[…]A autora Elizabeth fenix3van Buren, especialista em Nova Ordem Mundial, afirma muito bem esse conceito – embora misture as metáforas – quando diz: “Chegamos a um tempo em que muitos norte-americanos, como um novo cidadão da Atlântida, está recebendo a chamada: ‘Saia! o tempo está curto! Construa sua Arca e coloque nela como semente para a época futura tudo o que é digno da Nova Ordem Mundial! Leve consigo o sonho da Fraternidade Entre os Homens, pois foi seu país que tomou os primeiros passos para promover esse ideal. Nada é perdido e nenhuma coisa boa pode perecer na Terra. Somente ocorrem mudanças. Não tenha medo, pois das cinzas da Nova Atlântida surgirá em muitas partes do mundo um povo que terá consciência da sua unidade com a Atlântida e com a América. Eles ajudarão a criar uma democracia de estados sob um único governo, que dominará o mundo todo … O plano da Fraternidade Branca avança!” [The Secret of the Illuminati, van Buren, pg 150]
Destarte, o exposto acima, por mais fantasioso que possa parecer, não é para ser desprezado como tal, afinal, a experiência nos mostra que muitos fatos históricos se construíram à partir de forças conspiratórias. Adolf Hitler, por exemplo, crendo firmemente ser um predestinado, se julgou no direito de exterminar um povo – judeus – e conquistar o mundo.
Finalmente, tendo já vislumbrado estas perspectivas subjetivas, estamos agora em condições de falarmos sobre o temível armamento escalar, uma ameaça objetiva e real que os americanos não deveriam menosprezar, ao contrário, deveriam levá-la a sério, e serem mais ponderados em seus pronunciamentos em relação ao adversário.
O armamento escalar
Abaixo transcreveremos excertos de um artigo de David Bay sobre a natureza do armamento escalar e suas aplicações:
“O armamento escalar são ondas eletromagnéticas emitidas por meio de antenas de rádio construídas de uma forma especial. Embora os EUA tenham construído antenas HAARP quase uma década atrás, essa tecnologia é evidentemente inferior à tecnologia russa e pode representar um gigantesco esforço para “alcançar” o armamento russo. Veja o que diz o coronel Beardon:
“Já há algum tempo, a Rússia e vários outros países possuem armas altamente avançadas ‘eletromagnética-estendida’ (energética) de um tipo totalmente novo, usando uma teoria da eletrodinâmica grandemente aprimorada… A maioria dessas armas energéticas é mais avançada do que aquilo que anteriormente foi conhecido pelas comunidades militares, de inteligência e científicas dos EUA… Um grande fator de contribuição que retardou os EUA é que os fundamentos imprecisos da teoria de Maxwell, de 1865, não foram alterados pela comunidade científica ocidental.”
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“Com os EUA substancialmente atrasados nessas ‘novas’ superarmas estratégicas, um novo Projeto Manhattan parece ser aconselhável e garantido… Um sério desenvolvimento que ocorreu anteriormente neste ano (2002) foi o emprego pela China das armas de potencial quântico (QP) e as armas de pulso de energia eletromagnética negativa (EMP) — um tipo que originalmente chamávamos de MindSnapper para disfarçar sua verdadeira natureza. As armas de potencial quântico são as armas dominantes no mundo atualmente, seguidas de perto pelo armamento de energia eletromagnética negativa… Não podemos ter certeza de quantos países já têm o armamento de energia EMP negativa, mas são pelo menos cinco… Os EUA ainda estão bem atrasados…” [Fer De Lance, pg 4-5]
Essa informação é surpreendente, e confirma a desesperada advertência do coronel Byron Weeks, feita em 5 de outubro de 2002. “A América queimará no fogo”, ele diz, porque não tem os armamentos mais poderosos do mundo; não tem os armamentos para suportar as bravatas do presidente Bush, do Secretário de Defesa Rumsfeld e do Subsecretário da Defesa Wolfowitz.
Na verdade, desde 1985, quando a Rússia começou a testar seus novos armamentos, seus cientistas e militares fizeram vários testes contra aviões e mísseis, e observaram atentamente as reações americanas. O coronel Beardon disse: “Novamente, a reação dos britânicos — e dos EUA também — foi conforme prevista. Novamente, mostramos que não sabíamos nada a respeito do armamento escalar eletromagnético, e que não reconhecíamos um quando encontrávamos seus efeitos.” [Fer De Lance, pg 271][4]
Depreende-se do conteúdo acima que, se de fato, as coisas são como foram apresentadas, os EUA estão diante de um divisor de águas, diante do momento mais crítico de sua História. Crítico não apenas pelo que conhecemos do armamento escalar, mas pelo contexto geral que a nação está experimentando. Soma-se a ameaça russa, a ameaça terrorista, que dizem, segundo uma suposta matéria veiculada na internet, trazendo a declaração do terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, Mohammed Al-Asuquf, possuir em solo americano sete ogivas nucleares posicionadas em locais estratégicos esperando o momento certo para serem detonadas. Soma-se  ainda, a grave crise econômica pela qual atravessa a nação, deixando-a vulnerável e incapaz de financiar futuramente sua máquina de guerra, impedindo-a, assim, de manter, como sempre fez, vários pontos de combate em regiões diferentes, o que seria fatal, caso, por exemplo, a Coréia do Norte venha a atacar a Coréia do Sul, a China invada Taiwan e o Irã em conjunto aos países árabes empreendam ataque contra Israel., tudo isto, num mesmo período.
Definitivamente, o EUA parece não mais reunir as condições necessárias para se sustentar como o grande doutrinador mundial.
Entrementes, por tudo que foi falado até aqui, a remoção dos EUA de seu status quo, é seguramente, a maior aposta dos próximos anos, a não ser que, Deus, em sua eterna e soberana vontade, não permita.
Para encerrarmos, sabemos que muita gente torceu e torce pela desventura dos  norte-americanos, porém, mesmo sabendo dos graves pecados desta nação, seja notório a todos que a História é testemunha fiel em mostrar, que o imperialismo comunista matou mais pessoas do que todas as guerras juntas e, caso não saibam, a queda dos EUA, seguirá também, a queda da democracia em favor de um totalitarismo mundial, o que será infinitamente pior e, quando isto acontecer, muitos sentirão saudades dos tempos do Tio Sam.
Deus salve a América!!
[1] http://www.abril.com.br/noticias/m. shtml
[2] http://www.redrival.com/mensagematual/centrogoveua.htm
[3] http://www.espada.eti.br/ce1076.asp
[4] http://www.espada.eti.br/n1776.asp

Você está mentalmente e espiritualmente preparado para os dias difíceis que brevemente sobrevirão sobre toda a terra? Sente que há algo de errado com o mundo em que você vive? Há uma incomodação interior que aflige tua alma e não sabes o porquê ? Há uma resposta. Visite a SALA DE PARTO e, experimente o novo nascimento!!

Barack Obama em perspectiva

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Em que pese ao sentimento de satisfação generalizado, que se assenhoreou do mundo inteiro, envolvendo pessoas dos mais diferentes tipos, língua, raça, religião, posição social, ideologia política etc. em relação a eleição de Barack Obama como novo Presidente dos Estados Unidos, não poderei compartilhar de tamanha satisfação, atentando eu para dois aspectos que caracterizaram a campanha do ex- Senador: sua postura anti-bíblica, como se percebe no vídeo acima e seu messianismo auto-projetado, claramente evidenciado durante toda a fase de campanha rumo a Washington.

Adianto desde já, que pouco me importa se a Casa Branca estará sendo ocupada por democratas ou republicanos. Também que fique claro que não compactuo com qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for. A cor da pele de Obama, a sua orientação política, sua opção religiosa, a marca do terno preferido etc., para mim não faz a mínima diferença. Falo isto me antecipando a uma eventual acusação de preconceito e coisas do gênero — tal acusação é quase que imediata contra todos os que se arriscam a questionar algo acerca de Barack Obama.

O não compartilhamento da satisfação supracitada, como disse, deriva do fato de enxergar em Barack Obama um homem com um discurso e com uma postura desconstrutivista em relação aos valores de tradição judaico-cristã, os quais, até então, respondiam pela visão de mundo do povo americano e nortearam a sua cultura e história, embora, não seja incorreto afirmar que, a América, à partir da revolução cultural dos anos sessenta, venha se distanciando paulatinamente de suas origens cristãs.

A postura de Obama é a mesma da atual ala esquerdista e, por natureza, liberal (permissivista), que tem ascendido a maioria dos governos mundiais, o Brasil é o exemplo mais próximo. Tal relação não é de casualidade, mas, ao contrário, segue uma linha muito bem delineada, de acordo com uma agenda de interesses que fogem ao conhecimento das massas e que tem sido levada a efeito, por uma elite mundial atuando nos bastidores dos governos mundiais. Quanto a isto falaremos numa outra oportunidade. Por enquanto, interessa-nos a busca por dois objetivos: mostrar a incoerência das palavras proferidas por Obama, como mostrado no citado vídeo, que nos leva a questionar a legitimidade de sua alegada fé cristã e, desmistificar a idéia de que ele é o “salvador da pátria”, conforme as expectativas que pairam sobre sua pessoa, cuja expectativa, deve-se em parte, a estratégia de marketing de campanha, que o projetou como figura messiânica perante um contexto de crise, como a que vive a nação americana. A primeira, diz respeito a nós enquanto cristãos e, a segunda, a nós enquanto cidadãos de um mundo globalizado e, por isto mesmo, cada vez mais integrado, o qual nutre, em uníssono, a mesma expectativa em relação ao que esperar do governo de Barack Obama.

Primeiramente, uma leitura desapercebida do vídeo acima, nos dará a falsa impressão que Obama está correto em sua fala, afinal, ninguém questiona que o Estado é laico e livre para promover o bem comum para os cidadãos que o integram. Contudo, uma análise mais acurada, nos revelará, que a retórica apresentada por Obama é falaciosa, pois a mesma se sustenta sobre as bases da hipocrisia, da demagogia e de um sofisma que é próprio do processo dialético adotado pelos proponentes da Nova Ordem Mundial, pela qual o Presidente eleito seguramente labuta.

A retórica hipócrita, está, em que, se dizendo cristão, nega a fé que afirma professar ao desmerecer explicitamente a bíblia sagrada perante as câmeras da imprensa mundial, ridicularizando como fez, sem um mínimo de pudor, os relatos bíblicos e, ainda, pondo em dúvida, a inerrância das escrituras, ponto este, inegociável para um verdadeiro cristão. Esta disposição nos faz lembrar a seguinte passagem:

(Apocalipse 13:5-6) – “E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias […] E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu;

Qualquer semelhança é mera coincidência, ou não?

A demagogia fica por conta de uma fala, que sabe, agradará a seus ouvintes, uma sociedade americana entorpecida pelo materialismo e pelo secularismo, que a torna insensível as arrogantes e, quase blasfêmas, palavras proferidas, ao ponto de o aplaudirem e participarem com ele de seu sacrílego senso de humor diante da ridicularização de passagens bíblicas propositadamente escolhidas.

O incrível, é que, em certo momento da sua campanha, procurando ele defender o respaldo do Estado á união civil entre pessoas do mesmo sexo, faz uso do texto bíblico que ele mesmo desacredita, recorrendo ao “Sermão da Montanha” para justificar sua posição, como pode ser comprovado no trecho da reportagem abaixo:

“O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e senador pelo Estado de Illinois, Barack Obama, defendeu seu apoio à união civil de casais homossexuais referindo-se no “Sermão da Montanha”, segundo reportagem do site PinkNews.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378105.shtml

O sofisma se revela, no argumento maldoso, objetivando criar uma imagem negativa dos evangélicos conservadores, tidos por fundamentalistas na dialética perniciosa dos organismos governamentais hodiernos, da mídia secularizada e dos moderninhos politicamente corretos entre os quais se acham muitos “evangélicos”.

Obama, dissimuladamente, induz seus ouvintes em erro ao insinuar que os valores defendidos pelos cristãos são baseados em passagens isoladas do texto bíblico e, ao fazê-lo, ele escolhe, ardilmente, aquelas que geram não pouca dificuldade de compreensão, em razão de se situarem num contexto teológico, temporal e cultural totalmente diverso do que vive os cristãos de hoje. Ele parece não entender que, quando os chamados cristãos fundamentalistas, se posicionam contra o aborto, a união civil de casais do mesmo sexo, a pedofilia, a legalização das drogas etc. o fazem não com base em passagens isoladas do Antigo Testamento, mas sim, com base no senso de justiça, de amor, no respeito a ordem natural da criação, no respeito a vida e, principalmente, no temor de Deus, sendo que, tais valores, se constituem em valores universais estabelecidos por Deus como Senhor da criação e doador da vida. A bíblia não cria tais valores, ela dá testemunho deles.

Falando em valores universais, é bom que se diga, que há em curso no mundo atual, uma verdadeira guerra contra os universais. Por universais estamos considerando tudo aquilo que está ligado a uma leitura totalizante, aquelas grandezas como Deus, moral, amor, justiça, igreja, ética, verdade etc. que, até pouco tempo, moldava o paradigma da civilização ocidental. Experimentamos uma revolução no campo dos valores onde tudo o que era absoluto tem sido relativizado em favor de uma pluralidade, como gosta Obama, típica destes tempos pós-modernos. O resultado disto para o cristão, que costuma se posicionar biblicamente perante a realidade que o cerca, é uma tremenda crise de acomodação cultural. Obama sabe disto.

Novamente, nos reportando ao vídeo acima, o novo Presidente faz uma colocação que diz muito sobre o tipo de cristão que ele é, bem como, o tipo de postura que terá como líder da nação americana:

“Agora, isto vai ser difícil para alguns que acreditam na inerrância da bíblia, como muitos evangélicos acreditam (logicamente ele não se inclui entre eles), mas em uma sociedade pluralista nós não temos escolha.”

Barack Obama está dizendo com isto, que não crê na bíblia como a infalível palavra de Deus e, por isto mesmo, não terá qualquer compromisso com a maioria cristã do povo americano, quando tiver que tomar decisões em algum aspecto conflitante, como as questões relativas ao aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo, a questão das drogas, programas curriculares de educação sexual de crianças, eutanásia e outras que poderão surgir nestes tempos de mudanças. Ele buscará fundamentação para suas decisões políticas com base não em princípios ético-morais, mas na cartilha da emergente esquerda mundial da Nova Ordem. Agindo assim, Barack Obama estará confirmando a suspeita de que sua alegada conversão a fé cristã não passou de uma conveniente estratégia de marketing eleitoreiro.

Entrementes, não menos incoerente que a retórica apresentada, é a postura adotada pelo ex-Senador durante a fase de campanha, ao se auto-projetar como figura messiânica perante o povo americano e, por que não dizer, perante o mundo como se pode observar:

“Vocês sentirão uma luz vindo do alto, experimentarão uma epifania e uma voz de dentro lhes dirá: Eu tenho de votar em Barack Obama”.

“este é o tempo em que os Oceanos se acalmarão e o nosso planeta começará a sarar”.lo

“Vou confessar, desmentindo boatos: não nasci em uma manjedoura. Nasci no planeta Kripton, e fui enviado por meu pai para salvar a Terra”

Tais palavras de Obama, tem a meu ver, apenas duas justificativas : ou ele é um grande “marketeiro” que soube aproveitar o momento propício, embora se o tiver feito, acrescente-se a ele o predicado de grande irresponsável, pois o cargo e o momento exigem alguém melhor do que isto ou, então, Obama tem cartas na manga, o que justificaria tamanha serenidade e tranqüilidade para posar, como faz, de “salvador da pátria”.

images27Destarte, seu apelo veio a calhar, haja vista, o cenário de indefinição pelo qual passa a nação americana diante da atual crise instalada e ramificada pelo mundo afora e que acabou por corroborar com este apelo messiânico. Obama se aproveitou de uma sociedade cativa pelo contexto vivenciado e pronta para eleger o primeiro “salvador da pátria” que assim se apresentasse como opção. Ao invés de apresentar propostas concretas de governo, coisa que o oponente republicano Jonh McCain também não fez, o então candidato canalizou as expectativas do eleitorado para este perfil messiânico adotado. É claro que sabemos não ser isto apenas, o motivo da eleição de Obama. O povo americano se desiludiu com o neo-conservadorismo bushiniano e pretende se livrar dele o quanto antes. A associação que fazem da atual crise com o governo republicano da era Bush é quase que imediata, a ponto dele ter sido considerado, em recente pesquisa, como o mais impopular dos Presidentes que o país já teve.

Pareceu, portanto, aos americanos e ao mundo, que Barack Obama foi a melhor opção. Será mesmo? Ou estamos diante de um consenso surrealista onde as impressões estão falando mais que a razão? O porquê deste messianismo a priori, se o histórico de Barack Obama enquanto homem público, não tem nenhuma credencial, no sentido de realizações, que lhe ratifique a candidatura e eleição para o cargo público mais importante do mundo? Ah, me esqueci, ele tem como “grande feito” seu projeto de educação sexual “compreensiva” que aborda explicitamente pontos como esperma, ereção peniana, penetração vaginal e, orientação sexual e sexo gay – tudo isto voltado para crianças com menos de 08 anos de idade. Preconceito da minha parte? Paranóia de teórico de conspiração? Ou será que minha insegurança em relação a Obama se deve ao fato de sua vida estar envolta em questões conflitantes, como ser ele amigo do “ex-terrorista” Bill Ayers preso várias vezes nos EUA por atos terroristas nos anos 60 tendo vitimado pessoas inocentes. Ou, por ter os estudos de Obama em Harvard sido financiados por Donald Warden – Khalid Abdullah Tariq al-Mansour – após conversão ao Islã e conhecido por fundar o grupo terrorista Panteras Negras? Talvez seja por Phillip J. Berg, um advogado da Pensilvânia, acusar Obama de falsificar uma certidão de nascimento, para falsamente comprovar que ele nasceu nos EUA, podendo então ser tornar presidenciável. Mas isto é boato, como foi o da avó de Obama que teria revelado em uma suposta gravação, que o neto nascera no Quênia, mas, que, infelizmente, não poderá nos esclarecer esta questão, pois falecera às vésperas da eleição do neto. Deve ter sido a emoção. Restam aos irmãos de Obama, que afirmam ser ele muçulmano e não cristão – o que justificaria a grande aceitação do mesmo perante a comunidade islâmica mundial, incluindo a AL-Quaeda do Obzama, o Ahmadinejad e cia – esclarecer o mal entendido da tal certidão.

Por tudo isto, me sinto inseguro em relação a Barack Hussein (agora Steve) Obama, o que me leva a questionar sobre  “quais forças” estiveram agindo para que fosse possível à este enigmático cidadão estar a caminho da Casa Branca. Contudo, meu desejo é que Obama contrarie estas suspeitas e se revele um dos melhores presidentes que a América já teve, exercendo seu cargo com justiça e equidade — o que sabemos ser difícil para alguém que não pautará suas ações nos valores tradicionais da moral cristã. Deixemos, portanto, que o crivo do tempo revele quem de fato é Barack Hussein( Steve) Obama.

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Você está mentalmente e espiritualmente preparado para os dias difíceis que brevemente sobrevirão sobre toda a terra? Sente que há algo de errado com o mundo em que você vive? Há uma incomodação interior que aflige tua alma e não sabes o porquê ? Há uma resposta. Visite a SALA DE PARTO e, experimente o novo nascimento!!


Dificuldades a vista!!

Esta semana certa pessoa me relatou que um missionário compartilhou-lhe uma experiência ocorrida por estes dias. O missionário teria dito que enquanto estava orando ouviu claramente Deus lhe falar que aquilo que os missionários estão acostumados a experimentar no campo – provações diversas  – o mundo todo experimentará muito em breve.

A veracidade ou não da experiência, no momento é coisa de somenos. Os últimos acontecimentos mundiais, especificamente na área econômica, nos mostra que de fato, o mundo está caminhando para um momento delicado em sua história.

Apesar de o início desta semana ter sido marcado por certo alívio em relação a crise que perturbou a todos na semana passada, já pelo meio da semana a euforia se esvanecia com os prognósticos nada animadores dos “arautos” do poder econômico – aqueles que são pagos para falarem em consonância com a cartilha dos poderosos, diga-se de passagem.

Pois bem, as medidas tomadas pelos governos americano e europeus, em socorro ao sistema financeiro, apesar do enorme volume de dinheiro envolvido, não conseguiram criar a estabilidade emocional necessária para a recuperação da economia mundial e, hoje, quarta-feira, 15 de outubro de 2008, as bolsas mundiais voltaram a despencarem ladeira abaixo. O fato, é que as ações coordenadas dos governos em socorro ao sistema financeiro, foram paliativos que não conseguiram e, talvez, não conseguirão mais, recuperar o statu quo ante da economia mundial. A dica do que virá daqui para frente, quem nos dá é ninguém menos do que um dos maiores investidores do mundo, numa recente entrevista à CNBC, o legendário investidor Jim Rogers, CEO da Rogers Holdings:

“Os atuais planos de emergência que forçam os governos a emitir mais dívida, imprimir dinheiro e inundar o mercado com liquidez, só nos darão inflação e isso irá criar mais problemas”, alertou.

“Estamos definindo para nós o cenário quando sairmos deste holocausto: uma enorme inflação”, disse ele.

Tal opinião, vinda de uma figura ambientada com os mercados financeiros, deveria ser levada a sério. Alguns acreditam que o capitalismo, tal como o conhecemos, ruirá em breve, assim como ruiu e caíram por terra as torres gêmeas, as quais, sendo o centro e o símbolo do sistema financeiro mundial, foram, por isto mesmo, um sinal profético da queda deste mesmo sistema. Contudo, é preciso esclarecer um fato, qual seja, não havemos de pensar que esta crise é acidental e incontrolável pelos governos, pelo contrário, para os que estão familiarizados com a chamada Nova Ordem Mundial, é fácil perceber que o que está ocorrendo é um fenômeno de transição orquestrado por uma elite mundial com interesses bem definidos. Estamos saindo de um modelo econômico de livre mercado – neoliberalismo – que corria seu fluxo sem a ingerência do Estado, e entrando num novo modelo de tendência fascista onde, ao contrário do modelo anterior, será o Estado quem ditará as regras do jogo. O que isto significa na prática? Significará que á partir de agora, a sociedade se verá numa dependência cada vez maior do Estado, o qual, abandonando gradativamente seus princípios democráticos, se converterá finalmente num Estado totalitário regional alinhado e integrado á um Estado totalitário global – a Nova Ordem Mundial. Muito em breve, quando a crise  mundial atingir seu ápice, o futuro Estado fascista globalizado, criado e controlado por uma subjacente elite global, terá assumido o controle de todo o sistema financeiro mundial (vejam bem, o governo americano esta semana comprou ações de bancos e empresas). Á partir daí as coisas caminharão a passos largos para aquele modelo de governo conforme vemos em Apoc 13:16-17 : ” E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”

É eu sei, a conversa começou a ficar esquisita, me desculpem, mas não tenho outra via, esta é a via que o mundo está fadado a percorrer e, deixe-me lhes dizer, esta via é mão única. Querendo nós ou não, acreditando ou descartando os fatos como frutos de teorias de conspiração, a coisa vai acontecer inevitavelmente. Falo isto com pesar, também sou uma pessoa que tem sonhos, projetos não realizados e muita vontade de ser feliz, porém, não posso pecar por excesso de ingenuidade voluntária e fingir que as coisas nunca foram tão boas. Apesar de que, é tentador pensar assim, afinal, na fala do personagem Cypher, do filme Matrix – “a ignorância é uma benção!!” – há uma meia-verdade, pois , se por um lado saber é poder, por outro, saber pode significar sofrer. Ainda assim, prefiro sofrer por saber, a vir a sofrer por ter escolhido não saber.

Entrementes, se então não temos escolha, qual deve ser nossa postura como cristãos diante desta realidade? A postura que devemos ter é de prudência. É hora de ajuntar em “celeiros” tal como José fez no Egito. Estamos falando de economizar e deixarmos de lado a cultura consumista a que estávamos acostumados. A era do consumismo e do materialismo, veias do capitalismo, terminou. Vamos gastar naquilo que “é pão” considerando o aspecto de nossa administração financeira.

A milenar cultura chinesa vê a crise como sinônimo de grande oportunidade. Que tal usarmos esta lógica chinesa pra tirarmos proveito deste momento de crise? Qual proveito? O de fazermos uma releitura ontológica de nós mesmos, enquanto seres criados à imagem e semelhança de Deus. A humanidade, em favor do materialismo, se afastou tanto de Deus que acabou por coisificar a si mesma, resultando no tipo de sociedade que temos sido  até então – materialista, perigosamente autosuficiente, logo, afastada de Deus. Urge um despertamento da humanidade para sua real condição antes que seja tarde demais, se existe um momento propício a isto, este momento é agora. No mais, o chamado que eu faço é para que vivamos cada dia como se fosse o último. Vamos valorizar cada detalhe do cotidiano, olhar pro próximo não como coisa  mas como ser que é, amá-lo verdadeiramente como se não fôssemos vê-lo novamente, rever as prioridades da vida, como o convívio com a família, trocado pela excessiva ocupação com o trabalho ou com qualquer outro empreendimento particular. Há muitas coisas a serem ditas e cada um sabe onde está em falta. Finalmente, creio firmemente que seremos arrebatados antes do sistema maligno do Anticristo entrar em cena, porém, acredito que iremos experimentar, antes do arrebatamento, momentos difíceis, portanto, vamos ser simples como as pombas mas prudentes como as serpentes, sabendo isto, que “…quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima…(Lc21:28).


ah40

 


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