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Barack Obama em perspectiva

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Em que pese ao sentimento de satisfação generalizado, que se assenhoreou do mundo inteiro, envolvendo pessoas dos mais diferentes tipos, língua, raça, religião, posição social, ideologia política etc. em relação a eleição de Barack Obama como novo Presidente dos Estados Unidos, não poderei compartilhar de tamanha satisfação, atentando eu para dois aspectos que caracterizaram a campanha do ex- Senador: sua postura anti-bíblica, como se percebe no vídeo acima e seu messianismo auto-projetado, claramente evidenciado durante toda a fase de campanha rumo a Washington.

Adianto desde já, que pouco me importa se a Casa Branca estará sendo ocupada por democratas ou republicanos. Também que fique claro que não compactuo com qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for. A cor da pele de Obama, a sua orientação política, sua opção religiosa, a marca do terno preferido etc., para mim não faz a mínima diferença. Falo isto me antecipando a uma eventual acusação de preconceito e coisas do gênero — tal acusação é quase que imediata contra todos os que se arriscam a questionar algo acerca de Barack Obama.

O não compartilhamento da satisfação supracitada, como disse, deriva do fato de enxergar em Barack Obama um homem com um discurso e com uma postura desconstrutivista em relação aos valores de tradição judaico-cristã, os quais, até então, respondiam pela visão de mundo do povo americano e nortearam a sua cultura e história, embora, não seja incorreto afirmar que, a América, à partir da revolução cultural dos anos sessenta, venha se distanciando paulatinamente de suas origens cristãs.

A postura de Obama é a mesma da atual ala esquerdista e, por natureza, liberal (permissivista), que tem ascendido a maioria dos governos mundiais, o Brasil é o exemplo mais próximo. Tal relação não é de casualidade, mas, ao contrário, segue uma linha muito bem delineada, de acordo com uma agenda de interesses que fogem ao conhecimento das massas e que tem sido levada a efeito, por uma elite mundial atuando nos bastidores dos governos mundiais. Quanto a isto falaremos numa outra oportunidade. Por enquanto, interessa-nos a busca por dois objetivos: mostrar a incoerência das palavras proferidas por Obama, como mostrado no citado vídeo, que nos leva a questionar a legitimidade de sua alegada fé cristã e, desmistificar a idéia de que ele é o “salvador da pátria”, conforme as expectativas que pairam sobre sua pessoa, cuja expectativa, deve-se em parte, a estratégia de marketing de campanha, que o projetou como figura messiânica perante um contexto de crise, como a que vive a nação americana. A primeira, diz respeito a nós enquanto cristãos e, a segunda, a nós enquanto cidadãos de um mundo globalizado e, por isto mesmo, cada vez mais integrado, o qual nutre, em uníssono, a mesma expectativa em relação ao que esperar do governo de Barack Obama.

Primeiramente, uma leitura desapercebida do vídeo acima, nos dará a falsa impressão que Obama está correto em sua fala, afinal, ninguém questiona que o Estado é laico e livre para promover o bem comum para os cidadãos que o integram. Contudo, uma análise mais acurada, nos revelará, que a retórica apresentada por Obama é falaciosa, pois a mesma se sustenta sobre as bases da hipocrisia, da demagogia e de um sofisma que é próprio do processo dialético adotado pelos proponentes da Nova Ordem Mundial, pela qual o Presidente eleito seguramente labuta.

A retórica hipócrita, está, em que, se dizendo cristão, nega a fé que afirma professar ao desmerecer explicitamente a bíblia sagrada perante as câmeras da imprensa mundial, ridicularizando como fez, sem um mínimo de pudor, os relatos bíblicos e, ainda, pondo em dúvida, a inerrância das escrituras, ponto este, inegociável para um verdadeiro cristão. Esta disposição nos faz lembrar a seguinte passagem:

(Apocalipse 13:5-6) – “E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias […] E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu;

Qualquer semelhança é mera coincidência, ou não?

A demagogia fica por conta de uma fala, que sabe, agradará a seus ouvintes, uma sociedade americana entorpecida pelo materialismo e pelo secularismo, que a torna insensível as arrogantes e, quase blasfêmas, palavras proferidas, ao ponto de o aplaudirem e participarem com ele de seu sacrílego senso de humor diante da ridicularização de passagens bíblicas propositadamente escolhidas.

O incrível, é que, em certo momento da sua campanha, procurando ele defender o respaldo do Estado á união civil entre pessoas do mesmo sexo, faz uso do texto bíblico que ele mesmo desacredita, recorrendo ao “Sermão da Montanha” para justificar sua posição, como pode ser comprovado no trecho da reportagem abaixo:

“O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e senador pelo Estado de Illinois, Barack Obama, defendeu seu apoio à união civil de casais homossexuais referindo-se no “Sermão da Montanha”, segundo reportagem do site PinkNews.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378105.shtml

O sofisma se revela, no argumento maldoso, objetivando criar uma imagem negativa dos evangélicos conservadores, tidos por fundamentalistas na dialética perniciosa dos organismos governamentais hodiernos, da mídia secularizada e dos moderninhos politicamente corretos entre os quais se acham muitos “evangélicos”.

Obama, dissimuladamente, induz seus ouvintes em erro ao insinuar que os valores defendidos pelos cristãos são baseados em passagens isoladas do texto bíblico e, ao fazê-lo, ele escolhe, ardilmente, aquelas que geram não pouca dificuldade de compreensão, em razão de se situarem num contexto teológico, temporal e cultural totalmente diverso do que vive os cristãos de hoje. Ele parece não entender que, quando os chamados cristãos fundamentalistas, se posicionam contra o aborto, a união civil de casais do mesmo sexo, a pedofilia, a legalização das drogas etc. o fazem não com base em passagens isoladas do Antigo Testamento, mas sim, com base no senso de justiça, de amor, no respeito a ordem natural da criação, no respeito a vida e, principalmente, no temor de Deus, sendo que, tais valores, se constituem em valores universais estabelecidos por Deus como Senhor da criação e doador da vida. A bíblia não cria tais valores, ela dá testemunho deles.

Falando em valores universais, é bom que se diga, que há em curso no mundo atual, uma verdadeira guerra contra os universais. Por universais estamos considerando tudo aquilo que está ligado a uma leitura totalizante, aquelas grandezas como Deus, moral, amor, justiça, igreja, ética, verdade etc. que, até pouco tempo, moldava o paradigma da civilização ocidental. Experimentamos uma revolução no campo dos valores onde tudo o que era absoluto tem sido relativizado em favor de uma pluralidade, como gosta Obama, típica destes tempos pós-modernos. O resultado disto para o cristão, que costuma se posicionar biblicamente perante a realidade que o cerca, é uma tremenda crise de acomodação cultural. Obama sabe disto.

Novamente, nos reportando ao vídeo acima, o novo Presidente faz uma colocação que diz muito sobre o tipo de cristão que ele é, bem como, o tipo de postura que terá como líder da nação americana:

“Agora, isto vai ser difícil para alguns que acreditam na inerrância da bíblia, como muitos evangélicos acreditam (logicamente ele não se inclui entre eles), mas em uma sociedade pluralista nós não temos escolha.”

Barack Obama está dizendo com isto, que não crê na bíblia como a infalível palavra de Deus e, por isto mesmo, não terá qualquer compromisso com a maioria cristã do povo americano, quando tiver que tomar decisões em algum aspecto conflitante, como as questões relativas ao aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo, a questão das drogas, programas curriculares de educação sexual de crianças, eutanásia e outras que poderão surgir nestes tempos de mudanças. Ele buscará fundamentação para suas decisões políticas com base não em princípios ético-morais, mas na cartilha da emergente esquerda mundial da Nova Ordem. Agindo assim, Barack Obama estará confirmando a suspeita de que sua alegada conversão a fé cristã não passou de uma conveniente estratégia de marketing eleitoreiro.

Entrementes, não menos incoerente que a retórica apresentada, é a postura adotada pelo ex-Senador durante a fase de campanha, ao se auto-projetar como figura messiânica perante o povo americano e, por que não dizer, perante o mundo como se pode observar:

“Vocês sentirão uma luz vindo do alto, experimentarão uma epifania e uma voz de dentro lhes dirá: Eu tenho de votar em Barack Obama”.

“este é o tempo em que os Oceanos se acalmarão e o nosso planeta começará a sarar”.lo

“Vou confessar, desmentindo boatos: não nasci em uma manjedoura. Nasci no planeta Kripton, e fui enviado por meu pai para salvar a Terra”

Tais palavras de Obama, tem a meu ver, apenas duas justificativas : ou ele é um grande “marketeiro” que soube aproveitar o momento propício, embora se o tiver feito, acrescente-se a ele o predicado de grande irresponsável, pois o cargo e o momento exigem alguém melhor do que isto ou, então, Obama tem cartas na manga, o que justificaria tamanha serenidade e tranqüilidade para posar, como faz, de “salvador da pátria”.

images27Destarte, seu apelo veio a calhar, haja vista, o cenário de indefinição pelo qual passa a nação americana diante da atual crise instalada e ramificada pelo mundo afora e que acabou por corroborar com este apelo messiânico. Obama se aproveitou de uma sociedade cativa pelo contexto vivenciado e pronta para eleger o primeiro “salvador da pátria” que assim se apresentasse como opção. Ao invés de apresentar propostas concretas de governo, coisa que o oponente republicano Jonh McCain também não fez, o então candidato canalizou as expectativas do eleitorado para este perfil messiânico adotado. É claro que sabemos não ser isto apenas, o motivo da eleição de Obama. O povo americano se desiludiu com o neo-conservadorismo bushiniano e pretende se livrar dele o quanto antes. A associação que fazem da atual crise com o governo republicano da era Bush é quase que imediata, a ponto dele ter sido considerado, em recente pesquisa, como o mais impopular dos Presidentes que o país já teve.

Pareceu, portanto, aos americanos e ao mundo, que Barack Obama foi a melhor opção. Será mesmo? Ou estamos diante de um consenso surrealista onde as impressões estão falando mais que a razão? O porquê deste messianismo a priori, se o histórico de Barack Obama enquanto homem público, não tem nenhuma credencial, no sentido de realizações, que lhe ratifique a candidatura e eleição para o cargo público mais importante do mundo? Ah, me esqueci, ele tem como “grande feito” seu projeto de educação sexual “compreensiva” que aborda explicitamente pontos como esperma, ereção peniana, penetração vaginal e, orientação sexual e sexo gay – tudo isto voltado para crianças com menos de 08 anos de idade. Preconceito da minha parte? Paranóia de teórico de conspiração? Ou será que minha insegurança em relação a Obama se deve ao fato de sua vida estar envolta em questões conflitantes, como ser ele amigo do “ex-terrorista” Bill Ayers preso várias vezes nos EUA por atos terroristas nos anos 60 tendo vitimado pessoas inocentes. Ou, por ter os estudos de Obama em Harvard sido financiados por Donald Warden – Khalid Abdullah Tariq al-Mansour – após conversão ao Islã e conhecido por fundar o grupo terrorista Panteras Negras? Talvez seja por Phillip J. Berg, um advogado da Pensilvânia, acusar Obama de falsificar uma certidão de nascimento, para falsamente comprovar que ele nasceu nos EUA, podendo então ser tornar presidenciável. Mas isto é boato, como foi o da avó de Obama que teria revelado em uma suposta gravação, que o neto nascera no Quênia, mas, que, infelizmente, não poderá nos esclarecer esta questão, pois falecera às vésperas da eleição do neto. Deve ter sido a emoção. Restam aos irmãos de Obama, que afirmam ser ele muçulmano e não cristão – o que justificaria a grande aceitação do mesmo perante a comunidade islâmica mundial, incluindo a AL-Quaeda do Obzama, o Ahmadinejad e cia – esclarecer o mal entendido da tal certidão.

Por tudo isto, me sinto inseguro em relação a Barack Hussein (agora Steve) Obama, o que me leva a questionar sobre  “quais forças” estiveram agindo para que fosse possível à este enigmático cidadão estar a caminho da Casa Branca. Contudo, meu desejo é que Obama contrarie estas suspeitas e se revele um dos melhores presidentes que a América já teve, exercendo seu cargo com justiça e equidade — o que sabemos ser difícil para alguém que não pautará suas ações nos valores tradicionais da moral cristã. Deixemos, portanto, que o crivo do tempo revele quem de fato é Barack Hussein( Steve) Obama.

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O relógio do fim

relogio do fim

“Um grupo internacional de cientistas adiantou em dois minutos os ponteiros do Relógio do Juízo Final, um instrumento  simbólico que marca quantos minutos restam para a aniquilação da humanidade. Atualmente o Relógio marca 5 minutos” ¹

A notícia acima dá conta de que cientistas resolveram criar um relógio que tem sido usado como referencial para se avaliar o quanto o mun­do está diante de uma iminente destruição. O marco decisivo deste relógio é a meia-noite, ou seja, quando o relógio assim marcar o mundo estará, em tese, diante do seu fim.

Para nós que conhecemos a Palavra de Deus, o termo meia-noite nos faz lembrar da parábola das 10 virgens de Mt 25. Ali nos é dito que um grupo de virgens (noivas) aguardava a chegada do noivo. Ficamos sabendo que o noivo se demo­rou Mas, á meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo saí ao seu encontro”. No contexto profético da parábola, as virgens são uma figura das pessoas – cristãos/judeus messiânicos – que afirmam seguir à Jesus, o noivo, e a meia-noite significa o clímax da história humana, quando então se dará o retorno de Jesus Cristo. Isto está bem claro na parábola. Agora, algo interessante no texto é sobre a hora da che­gada do noivo, à meia-noite.

Como dissemos, o apelo da parábola é profé­tico. Assim sendo, devemos compreender o texto com olhar profético. Logo, a meia-noite na pará­bola significa um momento especial. Natural­mente falando, meia-noite significa aquele mo­mento onde a noite se encontra na sua maior ple­nitude, onde as trevas estão mais densas. Contu­do, a meia-noite marca também um momento de transição, ou seja, o limite das trevas anuncia a chegada da manhã, o raiar de um novo dia.

Trazendo esta realidade para o plano espiritual e profético, podemos entender a meia-noite da parábola como o momento critico da história humana onde o contexto mundial será caracterizado por uma situação de crise em todos os aspectos da sociedade, colapso da economia mundial, fome, guerras, cataclismas mundiais, epidemias, e ainda, um colapso moral sem precedentes na história “Sabe, porém, isto : que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons” (2Tm 3.1-3). E é justamente  esta reali­dade que tem se manifestado em nossos dias.

De acordo com o físico Stephen Hawking, um dos maiores gênios contemporâneos e membro do conselho do Relógio, o mundo está novamente perto de um apocalipse nuclear e de um desastre ecológico. Segundo Hawking, o aquecimento global representa uma grande ameaça, maior até que o terrorismo e a guerra nuclear, por isso o Relógio foi adiantado.” ²

Nos dias atuais percebemos cada vez mais um afastamento do homem dos caminhos de Deus. Nos noticiários quase somente se ouve notícias de guerras, revoluções, violência, aumento da criminalidade, desprezo pela vida alheia, corrupção, sem contar epidemias, catástrofes natu­rais, crise economia global etc. A cultura moderna tem privilegiado justamente aqueles comportamentos contrários aos fundamentos da palavra de Deus e aos seus valores como o individualismo, hedonismo, materialismo, promiscuidade, a desestruturação da família tradicional e a perversão deste conceito, o aborto, adultério, a falta de absolutos morais e tantos outros males. O corolário desta constatação é que definitivamente nos aproximamos da meia-noite do mundo. Partindo desta constatação, nossa postura como cristãos nestes dias deve ser de vigilância como nos recomenda a parábola:”Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.

Entendamos, não saber o dia e a hora é diferente de não saber o momento profético. De fato não podemos saber o tempo cronológico (do Gr Kronos), mas podemos saber o tempo profético, oportuno ( no Grego=tempo Kairós). Portanto estejamos atentos, pois os sinais dos tempos nos indicam a iminência do retorno do Mestre.

Finalmente, da mesma forma como no mundo natural, a meia-noite espiritual também nos mostra que um novo dia se aproxima, Romanos 13:12-A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos ,pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz”. Deus está nos chamando nestes tempos finais a andarmos na sua luz e abandonarmos todo tipo de trevas. A igreja como portadora da luz de Jesus, deve assumir sua responsabilidade de ser esta luz para o mundo, dissipando as trevas da ignorância espiritual que tem mantido os homens presos ao engano do pecado e alheios a vontade de Deus.

Dizem que certo líder de uma conhecida denominação, ao perguntar em oração à Deus quanto tempo ainda nos resta, recebeu uma visão de um relógio o qual marcava cinco minutos para a meia-noite. O relógio de Deus se aproxima da hora decisiva, a qualquer momento será dado o sinal, o som da trombeta de Deus soará para a santa convocação e o chamamento (arrebatamento) da noiva se ouvirá então: “Eis o noivo, saí a seu encontro”! Você está preparado?

Paulo Costa

(¹)(²)- Fonte: www.apolo11.com
 


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