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Por que não voto em Pastores!

Com raríssimas exceções, a maior parte do povo evangélico está alheio sobre as perigosas implicações que resultarão deste fenômeno que tem marcado o segmento evangélico, o do envolvimento de lideres evangélicos com a política, e antes que me condenem pela afirmação, devo esclarecer, digo “líderes evangélicos”, não evangélicos.

Nossas lideranças, entorpecidas pela fragrância envolvente da vaidade, estão sendo direcionadas, sem que o saibam, para um momento crucial quando farão o papel de idiotas úteis no programa da Ordem Mundial da Besta. Como assim?

A Ordem Mundial da Besta, que acredita-se, está ás portas, tem sido construída tendo como palavra de ordem o cooperativismo, ou seja, através de um gigantesco trabalho de engenharia social, estão levando todos os segmentos da sociedade a assimilarem uma mesma forma de pensamento, levando todos a terem uma mesma disposição mental, baseada na cooperação, no senso comum, no senso de pertença a algo maior do que nós, que supere nossas diferenças, sejam elas culturais, políticas, ideológicas, e religiosas. Termos como aldeia global, globalização, responsabilidade social, ambientalismo, comunidade, policia comunitária, ecumenismo, diálogo intereligioso etc, são desdobramentos desta teia que tem apreendido a tudo e a todos, na influência e disposição do mesmo espírito que impulsionou a rebelião cooperativista em Babel.

Estão empreendendo esforços no sentido de se unir todos os segmentos da sociedade numa mesma estrutura. Economia, politica e religião deixarão de ser grandezas isoladas e se amalgamarão numa mesma estrutura, a estrutura da Besta. Neste sentido todas as forças contrárias a este processo serão gradualmente desestimuladas, até serem, finalmente, eliminadas, quem lê atenda.

No caso dos evangélicos, o esforço consiste em minar a resistência natural deste segmento combatendo o que eles chamam de fundamentalismo religioso, um esforço que, infelizmente, está sendo bem sucedido. Há algum tempo atrás a Igreja sabia exatamente os limites que a separavam do mundo, agora, tal senso de distinção parece ter sido removido, e o santo e o profano já não significam nada para os evangélicos.

As lideranças evangélicas brasileiras, a exemplo do que acontece nos EUA, estão sendo cooptadas pelo Sistema para fazerem o papel de facilitadores, pela representatividade que têm junto de  suas comunidades, e por isto mesmo  capazes de formarem opiniões e conduzirem o rebanho para onde quiserem, ou, para onde o Sistema quiser. Neste aspecto, as lideranças farão o jogo do cooperativismo quando o momento certo chegar, escancarando as portas do aprisco quando o lobo voraz se manifestar. Levarão suas comunidades a se adequarem ao Sistema quando as circunstâncias estiverem totalmente favoráveis a sua total manifestação. E farão isto achando que estarão prestando um favor ao Reino de Deus, é por isto que se diz “operação do erro”.

Nos EUA e Europa, onde a política não é tão “intere$$ante” assim, as lideranças comunitárias, evangélicas e laicas, estão sendo remuneradas e treinadas pelo governo para levarem suas comunidades a serem cooperativas com o Sistema quando um conjunto de circunstâncias assim o exigirem. No Brasil, ao contrário dos EUA e Europa, a política é bem intere$$ante, o que tem sido um chamariz para as lideranças evangélicas e laicas pleitearem uma vaguinha na vida pública, desta forma o Sistema não precisa remunerar a parte estes tais, pois, voluntariamente, ambos tem se prontificado a fazer o jogo do sistema, sem que o saibam.

Não se iludam, muito em breve um contexto de crise mundial irá eclodir, como pré-requisito para a irrupção do reinado da Besta, e quando tal momento chegar, o sistema contará com os facilitadores comunitários para adequarem suas comunidades ao ditames do Sistema, ao modus vivendi que se fará necessário naquele momento, portanto, eis aí a relevância das lideranças junto ao Sistema.

Por isto não votarei em nenhum líder evangélico para qualquer cargo político, pois não quero contribuir para a desgraça dos mesmos, mesmo porque não me iludo com esta ladainha de que vão mudar o Brasil, pois, se não conseguiram fazer isto até agora do alto de seus púlpitos, não o conseguirão fazê-lo através de um palanque ou tribuna política. Como cuidarão dos bodes se não têm tido zê-lo com suas próprias ovelhas, posto que transformaram o aprisco das ovelhas em curral eleitoral.

Entretanto, para que não digam que desperdiçarei meu voto, o darei para aquele que eu julgar que reúna qualidades morais, intelectuais e, principalmente, espirituais, alguém dentre o povo de Deus que não esteja ligado ao ministério, para que dele não tenha que abdicar, pois aí incorreria em desobediência ao trocar o serviço do mestre pelo o dos homens. Alguém que não esteja interessado apenas em representar os interesses da denominação a qual pertence, mas que tenha em conta os interesses do Reino de Deus, não como utopia desvairada, achando que vai mudar o mundo, mas querendo ser sal da terra, e luz em meio as trevas reinantes na cena política brasileira.

Se existe alguém assim, nele votarei, apesar de saber que o mesmo estará como Daniel esteve na cova dos leões, ou como Sadraque, Mesaque e Abdnego estiveram na fornalha de fogo ardente, com a diferença de que aqui o leão e a fornalha representam o espírito de corrupção, de vaidade, de orgulho, de alianças profanas, de venda de caráter, de honra, de integridade, e tantos males que tem caracterizado boa parte dos políticos brasileiros, inclusive os da bancada evangélica.

Enfim, se você ama seu pastor, seu líder, faça como eu, não vote nele nas próximas eleições.

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A Globalização: reconstruindo a Torre de Babel

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Com a desintegração da antiga URSS no início da década de 90 — que pos fim a guerra-fria protagonizada com os EUA — o mundo se veria diante daquilo que o ex-presidente americano Ronald Reagan teorizou nos anos 80 como sendo a Nova Ordem Mundial, cujo significado, apontava para um reordenamento das relações de poder entre os estados na arena internacional.

Na prática, a Nova Ordem significou o triunfo do capitalismo no mundo e, por conseguinte, criou o ambiente propício e tão necessário ao processo da globalização.

A globalização, que pressupõe a integração sócio-político-econômico-cultural e por que não dizer, religiosa da sociedade mundial — considerando os esforços ecumênicos e de diálogo inter-religioso empreendido pelo vaticano, definitivamente revolucionou a sociedade mundial. A forma como o homem moderno passa a interpretar a realidade em que vive e que o leva a se situar no tempo e no espaço, já não se está mais condicionada ao ambiente regional, a perspectiva agora é global.

O que antes era impensável agora se tornou uma realidade — a globalização conseguiu criar uma unidade na global12pluralidade. As barreiras culturais, geográficas, lingüísticas etc. já não representam mais, ao contrário de um passado não tão distante, qualquer dificuldade. Cada vez mais as pessoas ouvem a mesma coisa, falam a mesma coisa, se vestem da mesma forma, enfim, estão cada vez mais acomodadas a uma cultura global.

Podemos dizer que o fenômeno da globalização tem promovido a síntese cultural da sociedade mundial. Neste aspecto, percebe-se um fenômeno de ocidentalização do oriente e vice-versa. Se por um lado o oriente foi invadido pela cultura materialista e consumista do ocidente, por outro, o ocidente se viu invadido por uma verdadeira onda de misticismo oriental que atingiu todos os aspectos da sociedade ocidental. Práticas orientais como a yoga, a acupuntura, a meditação, Reik, Tai Chi Chuan, movimento “New Age” etc., são claros exemplos deste processo.

images15Este fenômeno chega até mesmo as telas do cinema, como na trilogia Matrix, um dos recordes de bilheteria da história do cinema, com sua filosofia zen-budista, e na saga de george Lucas Guerra nas Estrelas onde se percebe claramente ao longo de todos os episódios da série a filosofia oriental permeando todo o ambiente do filme.

Trocando em miúdos, queremos dizer que a globalização tem levado a humanidade a uma consciência holística — o homem moderno passa a se ver como parte de um todo maior.

É bem verdade, que há um grande esforço por parte de alguns, no sentido de que esta consciência se consolide cada vez mais. A propaganda do aquecimento global, da ameaça do terrorismo internacional, da crise econômica mundial etc., tem se prestado a este propósito na medida em que cria também, o senso comum de que tais problemas são de abrangência mundial e, portanto, envolve a todos invariavelmente. Esta conscientização do problema comum, gera um estado de solidariedade mundial que, por sua vez, leva a humanidade, movida por um sentimento de unidade, a se submeter a uma agenda de interesses que lhe pareça comum. Tal processo, irreversível, conduzirá a civilização ao clímax da Nova Ordem Mundial, um mundo sem fronteiras regionais, coexistindo sob um único modelo econômico mundial, um único sistema religioso mundial e, tragicamente, controlado por um governo totalitário mundial aparentemente “benevolente”. Neste ponto, nos reportamos ao título desta abordagem e afirmamos seguramente que, a realidade supracitada, tem um forte paralelo com o contexto que caracterizou a sociedade contemporânea ao episódio da torre de Babel conforme registrado no livro de Gênesis 11: 1-9. Vejamos:

babel2“E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.”

Segundo a tradição, o protagonista da rebelião acima foi Ninrode, neto de Cam, um dos filhos de Noé.

A Bíblia cita Ninrode como sendo um homem poderoso e como tendo sido o líder de um reino que compreendia quatro cidades entre elas Babel:

(Gênesis 10:8-10) – “E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso caçador diante da face do SENHOR; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do SENHOR. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.”

Curiosamente o nome Ninrode significa “rebelar-se” como bem explicou o erudito E. F. C. Rosenmüller: “O nome Ninrode se deriva de [ma·rádh], ‘ele se rebelou’, ‘ele desertou’, segundo o significado hebraico.” Rosenmüller explica ainda que “os orientais têm o costume de se referir muitas vezes às pessoas de destaque por outro nome dado após a sua morte, e por isso às vezes há uma notável harmonia entre o nome e os atos da pessoa”.[1]

A definição etmológica dada por Rosenmuller, harmoniza-se com a tradição que afirma ter Ninrod, liderado um movimento de rebelião contra a autoridade do próprio Deus.

Deus havia ordenado, tanto para Adão quanto para Noé, que a vontade Dele era que povoassem toda a terra. Isto implicava consequentemente na impossibilidade de centralização de poder em torno de um líder local e todas as conseqüências nefastas advindas disto. Contudo, o relato bíblico nos diz que aquela geração pós-diluviana fez justamente o contrário do que fora estabelecido por Deus. Eles falavam a mesma língua, tinham um mesmo líder e, aquela altura, tinham já estabelecido pra si mesmos um mesmo projeto sócio-político-religioso que em tudo contrariava a vontade divina.

Tal projeto, baseado na arrogância e na presunção humana, consistia na edificação de uma cidade e de “… uma torre cujo cume toque nos céus”, qual construção, na mentalidade soberba daqueles, lhes conferiria o status necessário para se firmarem como pessoas grandiosas e independentes da autoridade divina.

diluvioVale lembrar que naquele momento as lembranças da terrível catástrofe que foi o dilúvio ainda fervilhava no coração e nas mentes daquela geração, por isto mesmo, estavam iludidos com o fato de que, num eventual dilúvio, estariam seguros, desta feita, pela crença que tinham na segurança que a torre lhes asseguraria após ser construída. Isto era suficiente para fazê-los ousar e se voltarem contra a vontade estabelecida por Deus.

Àquela altura, considerando que Ninrode ocupava a liderança política e empreendedora do projeto, somos levados a acreditar que um tipo de liderança religiosa já estava também estabelecida na pessoa deste. A história nos mostra que os antigos monarcas com freqüência se consideravam legítimos representantes da divindade, quando não, os próprios deuses, e isto é bem característico dos antigos déspotas babilônicos, cuja origem remziguratonta a cidade de Babel edificada por Ninrode. Outrossim, a antiga torre de Babel nos lembra os conhecidos “Zigurates”— espécie de torre encontrada na Mesopotâmia em forma piramidal composta de vários pavimentos sobrepostos com um templo no topo. Tal construção sugere que a torre de Babel poderia já estar sendo construída também com uma perspectiva religiosa.

Assim sendo, temos motivos para acreditar que a torre de babel era a materialização de um projeto fruto de uma conspiração orquestrada por Ninrode, e que visava o desvencilhamento da autoridade de Deus e, que, uma vez concretizada, centralizaria na pessoa de Ninrode o poder temporal e religioso, um rei-sacerdote, característico dos antigos monarcas da antiguidade.

Chama-nos também a atenção, o fato de que a persuasão a que Ninrode conseguiu impor sobre toda uma geração, fazendo-a se desviar da vontade divina, tenha se valido de um hipotética ameaça de aniquilação, tal como foi a do dilúvio. Neste aspecto, a união daquelas pessoas se processou à partir de um temor gerado por uma sensação de insegurança, o que os fez enxergarem em Ninrode uma figura salvadora, capaz de lhes assegurar a segurança e a liberdade que julgavam não possuir, servindo ao Deus que em gerações anteriores enviou o dilúvio.

A unidade daquela geração, tornada possível em razão de falarem a mesma língua, de estarem sob a direção de uma mesma liderança, de compartilharem de um mesmo projeto, era abominável aos olhos de Deus, pois a mesma não se constituía sob a órbita da autoridade divina senão sob a de um líder humano, Ninrode.

ia_apocalipse21_2-4-fundoA intervenção de Deus se deu de forma inadiável, frustrando Ele aquele projeto maligno, ao confundir-lhes a língua, inviabilizando assim, qualquer tentativa de unidade social e de empreendimento. Na confusão das línguas Deus reinvidicou sua vontade manifesta a Adão e, posteriormente, a Noé, após o dilúvio, de que deveriam se espalhar e povoarem toda a terra.

Por tudo isto, o contexto que caracterizou o episódio da torre de Babel nos oferece um quadro surpreendente da época atual. Pode-se dizer que Babel foi o embrião da Nova Ordem Mundial, considerando o fato de Babel ter sido a primeira tentativa humana de congregar toda a sociedade em torno de uma única estrutura de poder político-religiosa.

À semelhança daqueles, que conviviam com o temor infundado de um novo dilúvio, o que os fez se revoltarem injustamente contra Deus, constituindo sob si mesmos um líder e abraçando um projeto comum, atualmente temos sido bombardeados com a propaganda maciça dos grandes problemas globais que ameaçam a civilização e a paz social, como as mudanças climáticas, o terrorismo internacional, as grandes epidemias etc. Este “terrorismo psicológico”— não discute-se aqui a legitimidade dos problemas — que tende a se acentuar á medida que avançamos nestes tempos finais, por fim levará a sociedade, pelo temor supracitado, a se submeter ao primeiro “Ninrode moderno” que se apresentar como o salvador da pátria trazendo consigo um projeto “espetacular” que soará bem aos ouvidos do mundo e, por isto mesmo, os unirá, em uníssono, na subserviência a sua liderança.

De fato, tal líder se apresentará ao mundo, conforme bem profetizou o apóstolo Paulo no livro de II Tessalonicences 2 : 9-12. Ali temos uma mostra do caráter, das intenções e das realizações deste instrumento de Satanás:

“A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.”

Biblicamente, sabemos que tal projeto terá por motivação o mesmo espírito de rebelião que caracterizou o projeto Babel. O que se busca neste empreendimento é a reconstrução espiritual da torre de Babel e a ruptura definitiva da humanidade com o Deus pessoal da tradição judaico-cristã.

Um sinal claro de que o legado da Torre de Babel não foi esquecido, ao contrário, tem sido levado adiante pela Nova Ordem Mundial, pode ser claramente percebido abaixo na nota de um dólar americano.

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Na imagem, no lado esquerdo, temos uma pirâmide maçônica (uma torre?) com “o olho que tudo vê” ao topo. Acima da pirâmide temos a inscrição latina “Annuit Coeptis” significando “Anunciando o nascimento da” e, logo abaixo, outra inscrição —“Novus Ordo Seclorum” significando “Nova Ordem Mundial”. Assim, o que a imagem sugere, é que naquela ocasião o nascimento da Nova Ordem Mundial, um projeto humano-espiritual, exemplificado pela pirâmide maçônica com o “olho que tudo vê”, estava sendo anunciado.

O espírito do Ninrode moderno, o Anticristo, já está presente e atuante no mundo, bastando apenas o momento certo pra irromper no cenário mundial, envolvendo a humanidade apóstata no projeto babilônico da Nova Ordem Mundial. Entretanto, assim como Deus não tolerou a soberba e a rebelião daquela geração, do mesmo modo Ele há de intervir e porá um termo nesta conspiração mundial que se desenha diante de nossos olhos. O Salmo abaixo nos dá esta certeza:

(Salmos 2:1-5) – “Por que se rebelam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará”.

Resumidamente, a globalização, fenômeno que se tornou possível à partir da Nova Ordem manifesta ao fim da chamada guerra-fria entre USA e URSS, criou o ambiente propício e tão fundamental a implantação de uma consciência universal que por fim levará a humanidade a se unir em torno de uma única estrutura de poder político-econômico-religiosa, qual estrutura se porá, através do anticristo, tal como Ninrode,, em oposição direta ao Deus pessoal da tradição judaico-cristã.

O episódio da Torre de Babel, caracterizado por um movimento de rebelião contra a autoridade do Deus criador, nos serviu como um quadro realístico das condições em que se encontrará a humanidade nestes tempos finais.

Portanto, se cremos que o legado de Babel tem sido assumido pela Nova Ordem Mundial, podemos assumir que o final dos tempos tem chegado.

[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Nimrod_(rei)

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Você está mentalmente e espiritualmente preparado para os dias difíceis que brevemente sobrevirão sobre toda a terra? Sente que há algo de errado com o mundo em que você vive? Há uma incomodação interior que aflige tua alma e não sabes o porquê ? Há uma resposta. Visite a SALA DE PARTO e, experimente o novo nascimento!!