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A origem e o verdadeiro significado da Páscoa

páscoa

Você sabe qual a origem e o verdadeiro significado da Páscoa?

     Para os cristãos a palavra Páscoa, no hebraico “Pessach”, significa a comemoração da ressurreição de Jesus ao terceiro dia de sua crucificação, e isto está correto, mas o que a maioria não sabe é que a Páscoa teve origem nos tempos em que o povo de Israel esteve cativo no Egito, cerca de 1200/1400 anos antes de Cristo.

     Na época, após Deus castigar o Egito com 09 terríveis pragas, em resposta a obstinação do Faraó que insistia em não libertar o povo hebreu, Deus então derramou a última e pior das pragas, a morte de todo primogênito das famílias dos egípcios, vejamos:

E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” Êxodo 12:12-14

     Mas antes de Deus enviar tal praga sobre todo o Egito Ele proveu a seu povo uma forma de livramento do juízo iminente. Ele determinou ao povo de Israel que eles deveriam sacrificar um cordeiro sem defeitos e aspergir o sangue do animal nos umbrais da porta de suas casas, pois à meia-noite o Espírito do Senhor passaria pelo Egito, e entraria em cada casa requerendo a vida de todo primogênito, porém, a casa que tivesse o sangue do cordeiro aspergido no umbral da porta seria poupada, ou seja, o Espírito de Deus passaria (Pessach/Páscoa) por aquela casa. Esta “Pessach” pela casa marcada com sangue é que deu origem ao termo “Páscoa”.

     Interessante é que não bastava ser israelita para se ver livre da morte do primogênito, o que livrava o primogênito da morte era obedecer a Deus e passar o sangue no umbral da porta como ordenado, e isto tem um enorme significado, levando em conta que a Páscoa, além de rememorar um grande evento histórico, era um evento profético, tipológico, no sentido de que apontava para Jesus Cristo, chamado de Cordeiro Pascoal. Foi por isto que João Batista, mais de 1200 anos após a “Pessach” no Egito, estando a batizar no rio Jordão, ao ver aproximar-se Jesus, apontou para Ele e exclamou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29)

     De fato, do modo como o sangue do cordeiro nos tempos de Moisés livrou as famílias israelitas do juízo de Deus, da mesma forma o sangue de Jesus Cristo derramado no madeiro da cruz nos livra do castigo divino, desde que dele nos apossemos, apropriadamente, pela fé. Tem que haver o tipo de fé que obra para a salvação. Lembre-se, mesmo sendo israelitas e sacrificando o cordeiro, ainda assim, o povo deveria passar o sangue no umbral, ou seja, uma fé posta em prática, para salvação. Do mesmo modo, para nós, hoje, de nada adianta falar que acredita em Jesus, mas não agir na totalidade da fé professada. Não basta dizer que acredita em Jesus e viver de qualquer jeito, tem de se apropriar Dele. Em que sentido? No sentido de não apenas acreditar na sua figura histórica mas crer em quem de fato Ele é, o nosso Cordeiro Pascoal, ou seja, nosso substituto, aquele cujo sangue foi derramado, não no umbral da porta, mas no madeiro da cruz, para que o juízo de Deus devido aos nossos pecados recaísse sobre Ele, e nós fossemos salvos pela graça divina.

     Jesus Cristo, qual cordeiro sem defeito, morreu por nós, logo, nós é que deveríamos ter morrido, e o peso desta constatação deveria nos levar ao arrependimento, ao reconhecimento de que Deus está nos salvando, gratuitamente, através de Seu filho, e à partir deste reconhecimento experimentar o que Jesus chama de novo nascimento, que é o arrependimento verdadeiro, da nossa vida pregressa, reconhecendo e considerando que morremos para os nossos pecados e renascemos para uma nova vida de obediência e comunhão com Ele, e apenas Ele. E assim como Jesus morreu e ressuscitou, Ele nos garante que se crermos, de igual forma, ainda que morramos, viveremos com Ele, eternamente: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” ( João 11:25 ).

     Este é, portanto, o real significado da Páscoa.

 

 

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E se a Marina ganhasse as eleições?

Para aqueles que acreditavam que a candidata evangélica Marina Silva, caso eleita, atenderia aos interesses e anseios do povo cristão, sobretudo evangélicos, em face de algumas propostas de leis e tendências ameaçadoras ao conjunto de crença e valores cristãos, sinto muito em dizer mas estão sinceramente enganados. Marina, embora evangélica, é cria do PT, logo, herdeira de sua ideologia politica e visão de mundo, o que a coloca longe de ser uma figura messiânica que poderia, como sonha alguns, transformar o Brasil num Israel tupiniquim, soma-se a isto o fato de que estamos num país laico, não numa teocracia, aliás a laicidade do Estado foi uma das conquistas do protestantismo, diga-se de passagem.

O problema é que os que assim pensam em relação à um presidente evangélico costumam fazê-lo na perspectiva dos governantes hebreus do antigo Israel, ou seja, criam uma utopia de que um presidente evangélico, por ser evangélico, terá seu governo automaticamente abonado por Deus, independente de suas capacidades pessoais, perfil ético-moral e compromisso ideológico-partidário. Não, nada pode estar mais equivocado.

Mesmo na hipótese de Marina, ou qualquer outro evangélico, vir a governar o país, jamais poderíamos esperar que certos aspectos e práticas típicas da realidade política, social, cultural e religiosa brasileira viessem a mudar por isto. Idolatria, diversidade religiosa, sensualidade, carnaval, criminalidade, violência, corrupção, impunidade etc, são traços característicos do retrato sócio-cultural da nação brasileira, aspectos entranhados e impossíveis de se remover, à menos que haja uma intervenção divina, nos moldes dum avivamento wesleyano, e oxalá que tal acontecesse!

Não, este país não é o Israel Bíblico, e nossos governantes não são os soberanos da linhagem davídica. E em que pese sermos quase 20% de evangélicos, este pais é muito mais Egito do que Canaã, terra prometida. E por falar em Egito, quando ali esteve José, um servo de Deus no governo da casa de Faraó, os egípcios não se tornaram menos idólatras ou perversos, e se houve algum resultado positivo do governo de José, este foi alcançado pela presciência de Deus, o qual não apenas colocou José naquela circunstância, como cuidou para que Sua vontade soberana se cumprisse através dele.

Logo, percebe-se que José, ou qualquer outro hebreu, jamais teria estado onde esteve se Deus não o permitisse. Foi Deus quem quis, e não uma escolha pessoal de José. Caso José de alguma forma tivesse conseguido chegar aonde chegou, como fruto de sua própria escolha, Deus não teria nenhuma obrigação de fazer o que fez através dele. De igual forma, o fato de Daniel, Sadraque, Mesaque e Abdnego estarem na corte babilônica não tornou a babilônia menos idólatra, sensual, cruel e digna de não ter seu nome associado em Apocalipse com o Sistema mundano inimigo das coisas de Deus.

Posto isto, Marina não poderia se basear na Bíblia para governar o país como o rei hebreu deveria se basear na lei mosaica para governar Israel, ela não pode trocar a Constituição pela Bíblia, pois, se assim fizesse, no dia seguinte conseguiria um impeachment. Isto significa dizer que as convicções religiosas de Marina são uma, a sua conduta política, outra, trocando em miúdos, o modus vivendi, o status quo da nação brasileira caracterizado pelos aspectos acima citados, permanecerá o mesmo, com ou sem Marina. Isto não significa que Marina, caso eleita, não exerceria um bom governo, não está aqui em questão o mérito e capacidade dela como política, como gestora. Ao contrário, numa eventual eleição em que Marina conduzisse seu governo com justiça, equidade e sabedoria, com toda a certeza faria um ótimo governo.

Também queremos considerar que aquilo que se pretende evitar com a eleição de outros candidatos (as), como questões polêmicas, antibíblicas, e que vão de encontro aos valores cristãos, legalização do aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo etc não significa que não aconteceria caso ela fosse eleita, pois, tais temas, não são caprichos de um determinado governo, mas sim as exigências de uma sociedade hostil aos valores tradicionais, e pior ainda, exigências que emanam sobretudo da “toda-poderosa ONU”. É irremediável, gostemos ou não, com Marina, Serra, ou Dilma a coisa vai acontecer cedo ou tarde, e aí se cumpre Jó 3:25 quando diz :” Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu.”

Finalmente, em tempos de definição profética, exerçamos nossa cidadania fazendo nossas escolhas de acordo com o que entendemos ser a melhor opção, se é que há uma melhor opção. Muitos me condenarão alegando que não tenho uma visão que contemple as possibilidades da política para os interesses do Reino, o que não é verdade, o que não tenho é compactuação com utopias convenientes propostas e defendidas por alguns líderes que estão ávidos para trocarem o púlpito onde Deus lhes colocou pelo plenário da casa política do deus deste mundo. Há um bom tempo temos uma bancada evangélica e nem por isto a situação política do pais se alterou positivamente, ao contrário, nunca se corrompeu tanto, sem contar escândalos envolvendo políticos evangélicos. E porquê não falar dos pastores que apoiam o PT, um partido cuja ideologia, o marxismo, é totalmente contra os fundamentos da fé cristã. Se for para votar vou votar em quem seja capacitado, do ponto de vista ético-moral, cultural e, sobretudo, espiritual, conquanto que não esteja ligado ao ministério da palavra, para que dele não tenha que abdicar em favor dos interesses seculares,  mas o que vale mesmo é guardar o que temos pra que ninguém roube nossa coroa (Apoc 3:11).

 

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Os evangélicos e as eleições de 2010

eleições 2010

Nunca em toda a história do evangelicalismo brasileiro se viu um engajamento tão grande dos evangélicos com o atual pleito eleitoral. Tal engajamento foi desencadeado pelo temor de que, face ao resultado das eleições, poderia no próximo governo se desencadear uma perseguição ao povo evangélico por conta do conflito resultante entre leis que seriam aprovadas e o conjunto de crenças e princípios defendidos pelos mesmos. Nesta disposição, todo o arsenal, espiritual e material disponível, e-mail, folhetos, sermões, orações, cartas, reuniões, interseções, atos proféticos, marketing etc foi usado pelo povo evangélico para impedir que determinada candidata saísse vitoriosa nas urnas. È bem verdade que muitos líderes evangélicos se aproveitaram da vulnerabilidade emocional de seus liderados e se utilizaram deste temor como instrumento de legitimação para se lançarem candidatos aos mais diversos cargos eletivos. Contudo, a parte disto, será que o temor do povo evangélico se justifica, ou estariam sofrendo de véspera?

Penso que o fato de tal candidata vir a governar o país, ou ser substituída pelo  seu vice, tido por muitos como sendo satanista, não deveria significar que estamos à beira de uma grande perseguição, de uma iminente “temporada de caça aos crentes”. Não, a coisa não funciona assim da noite para o dia, especialmente num país tal como o Brasil.

Além de sermos um país de tradição democrática, possuidor de uma constituição que nos garante a liberdade religiosa, somos um país considerado de esmagadora maioria cristã, incluindo católicos e evangélicos, o que significa muito para ser desconsiderado em favor de uma aberta e explícita perseguição, no curto prazo, nos moldes dos regimes totalitários, como países comunistas, islâmicos etc.

Soma-se a isto o fato de que, no país que se chama Brasil, onde as leis são mais retóricas do que práticas, vide a impunidade e o descaso como são tratadas, principalmente pelos políticos, estas, uma vez aprovadas, dificilmente são colocadas em prática, obedecidas e executadas de forma imediata e/ou duradoura. Logo, mesmo diante da aprovação de leis que, em tese, vão contra os princípios cristãos, ou objetivem o cerceamento de práticas cristãs conflitantes com estas leis, penso que a efetiva observância e aplicabilidade das mesmas, dado o presente cenário, somente se fará sentir a longo prazo, isto considerando um contexto de relativa tranquilidade.

Agora, um olhar mais atento irá concluir que estamos diante de um fenômeno que está sendo construído diante de nossos olhos e sem que o percebamos, e que estará diretamente relacionado à uma provável perseguição aos cristãos em geral, a “esquerdização da América Latina”. Aqui, considerando que falar de esquerda é falar de ímpeto comunista, podemos sim esperar para os próximos anos um contexto não muito animador para os cristãos, sejam católicos ou evangélicos pois, o comunismo em essência, é ateu, amoral, antifamilia, antireligião, enfim, anticristão.

Contudo, creio que há um fator que possa de fato desencadear uma grande perseguição imediata, no curto prazo, e este fator é uma ruptura. Algo abrupto, repentino, um contexto de grande crise que mude a ordem interna e crie o ambiente propício e favorável a perseguição. Tal fator, a meu ver, pode ser encontrado numa iminente guerra mundial, numa grande crise nacional, como uma revolução, ou catástrofe de abrangência nacional, ou a combinação de ambas. Uma vez instalado o caos, instrumento de mudanças utilizado pelos regimes totalitários, um cenário de perseguição pode ser contemplado.

Caso esta ruptura não aconteça, principalmente decorrido o famigerado ano de 2012, tido por muitos como o marco decisivo para as grandes mudanças que sobrevirá a terra, a tendência natural é que a perseguição aos cristãos vá se cristalizando à medida que os lunáticos e inconseqüentes marxistas venham a consolidar o acalentado sonho de se implantar a URSAL ( União das Repúblicas Socialistas da América Latina), uma versão latinoamericana da antiga URSS. Caso isto aconteça, como parece provável, os cristãos terão motivo de sobra para temer a perseguição.

O que nos resta como cristãos é permanecermos atentos, vigilantes.


Por que não voto em Pastores!

Com raríssimas exceções, a maior parte do povo evangélico está alheio sobre as perigosas implicações que resultarão deste fenômeno que tem marcado o segmento evangélico, o do envolvimento de lideres evangélicos com a política, e antes que me condenem pela afirmação, devo esclarecer, digo “líderes evangélicos”, não evangélicos.

Nossas lideranças, entorpecidas pela fragrância envolvente da vaidade, estão sendo direcionadas, sem que o saibam, para um momento crucial quando farão o papel de idiotas úteis no programa da Ordem Mundial da Besta. Como assim?

A Ordem Mundial da Besta, que acredita-se, está ás portas, tem sido construída tendo como palavra de ordem o cooperativismo, ou seja, através de um gigantesco trabalho de engenharia social, estão levando todos os segmentos da sociedade a assimilarem uma mesma forma de pensamento, levando todos a terem uma mesma disposição mental, baseada na cooperação, no senso comum, no senso de pertença a algo maior do que nós, que supere nossas diferenças, sejam elas culturais, políticas, ideológicas, e religiosas. Termos como aldeia global, globalização, responsabilidade social, ambientalismo, comunidade, policia comunitária, ecumenismo, diálogo intereligioso etc, são desdobramentos desta teia que tem apreendido a tudo e a todos, na influência e disposição do mesmo espírito que impulsionou a rebelião cooperativista em Babel.

Estão empreendendo esforços no sentido de se unir todos os segmentos da sociedade numa mesma estrutura. Economia, politica e religião deixarão de ser grandezas isoladas e se amalgamarão numa mesma estrutura, a estrutura da Besta. Neste sentido todas as forças contrárias a este processo serão gradualmente desestimuladas, até serem, finalmente, eliminadas, quem lê atenda.

No caso dos evangélicos, o esforço consiste em minar a resistência natural deste segmento combatendo o que eles chamam de fundamentalismo religioso, um esforço que, infelizmente, está sendo bem sucedido. Há algum tempo atrás a Igreja sabia exatamente os limites que a separavam do mundo, agora, tal senso de distinção parece ter sido removido, e o santo e o profano já não significam nada para os evangélicos.

As lideranças evangélicas brasileiras, a exemplo do que acontece nos EUA, estão sendo cooptadas pelo Sistema para fazerem o papel de facilitadores, pela representatividade que têm junto de  suas comunidades, e por isto mesmo  capazes de formarem opiniões e conduzirem o rebanho para onde quiserem, ou, para onde o Sistema quiser. Neste aspecto, as lideranças farão o jogo do cooperativismo quando o momento certo chegar, escancarando as portas do aprisco quando o lobo voraz se manifestar. Levarão suas comunidades a se adequarem ao Sistema quando as circunstâncias estiverem totalmente favoráveis a sua total manifestação. E farão isto achando que estarão prestando um favor ao Reino de Deus, é por isto que se diz “operação do erro”.

Nos EUA e Europa, onde a política não é tão “intere$$ante” assim, as lideranças comunitárias, evangélicas e laicas, estão sendo remuneradas e treinadas pelo governo para levarem suas comunidades a serem cooperativas com o Sistema quando um conjunto de circunstâncias assim o exigirem. No Brasil, ao contrário dos EUA e Europa, a política é bem intere$$ante, o que tem sido um chamariz para as lideranças evangélicas e laicas pleitearem uma vaguinha na vida pública, desta forma o Sistema não precisa remunerar a parte estes tais, pois, voluntariamente, ambos tem se prontificado a fazer o jogo do sistema, sem que o saibam.

Não se iludam, muito em breve um contexto de crise mundial irá eclodir, como pré-requisito para a irrupção do reinado da Besta, e quando tal momento chegar, o sistema contará com os facilitadores comunitários para adequarem suas comunidades ao ditames do Sistema, ao modus vivendi que se fará necessário naquele momento, portanto, eis aí a relevância das lideranças junto ao Sistema.

Por isto não votarei em nenhum líder evangélico para qualquer cargo político, pois não quero contribuir para a desgraça dos mesmos, mesmo porque não me iludo com esta ladainha de que vão mudar o Brasil, pois, se não conseguiram fazer isto até agora do alto de seus púlpitos, não o conseguirão fazê-lo através de um palanque ou tribuna política. Como cuidarão dos bodes se não têm tido zê-lo com suas próprias ovelhas, posto que transformaram o aprisco das ovelhas em curral eleitoral.

Entretanto, para que não digam que desperdiçarei meu voto, o darei para aquele que eu julgar que reúna qualidades morais, intelectuais e, principalmente, espirituais, alguém dentre o povo de Deus que não esteja ligado ao ministério, para que dele não tenha que abdicar, pois aí incorreria em desobediência ao trocar o serviço do mestre pelo o dos homens. Alguém que não esteja interessado apenas em representar os interesses da denominação a qual pertence, mas que tenha em conta os interesses do Reino de Deus, não como utopia desvairada, achando que vai mudar o mundo, mas querendo ser sal da terra, e luz em meio as trevas reinantes na cena política brasileira.

Se existe alguém assim, nele votarei, apesar de saber que o mesmo estará como Daniel esteve na cova dos leões, ou como Sadraque, Mesaque e Abdnego estiveram na fornalha de fogo ardente, com a diferença de que aqui o leão e a fornalha representam o espírito de corrupção, de vaidade, de orgulho, de alianças profanas, de venda de caráter, de honra, de integridade, e tantos males que tem caracterizado boa parte dos políticos brasileiros, inclusive os da bancada evangélica.

Enfim, se você ama seu pastor, seu líder, faça como eu, não vote nele nas próximas eleições.

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Máquina de Coca-Cola e a era da Tecnotrônica

Máquina de Coca-Cola lê mão de usuário para realizar venda

Aparelho escaneia as veias do dedo e reconhece a pessoa que compra o refrigerante

por Redação Galileu


Reprodução / Japan Trends

Já pensou em aposentar as moedas e usar somente o dedo para comprar refrigerante? Segundo o site Japan Trends, uma máquina de Coca-Cola que usa VeinID –  tecnologia que lê as veias do dedo – circulou na RetailTech 2010, uma feira de comércio especializado em sistemas de comunicação, que aconteceu em Tóquio, no início de março.
O sistema utiliza luz infravermelha que escaneia as veias do dedo para identificar o comprador. Os pagamentos são feitos automaticamente com o cartão de crédito, previamente cadastrado na máquina. O usuário também pode registrar no sistema seu e-mail e endereço para pedir amostras e brindes personalizados, por meio de um comando da máquina.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI131834-17770,00.html

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A noticia acima, para os que conhecem as profecias bíblicas, nos revelam duas coisas, a veracidade e credibilidade da Bíblia Sagrada e o quanto estamos próximos do cumprimento de Apocalipse 13, cujo texto bíblico relata algo do  futuro sistema financeiro-econômico maligno do anticristo.

Ap 13: 16-18 “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

O texto bíblico acima, escrito há quase 2000 anos, já antecipava um período na história, aonde um sistema político totalitário, de abrangência mundial, iria se formar e controlar todas as facetas da sociedade … Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.

Tal sistema opressor nos faz lembrar, e julgar provável, que o mesmo venha a ter, no aspecto tecnológico, as mesmas características do sistema idealizado por Zbigniew Kazimierz Brzezinski em sua obra literária “A era da tecnotrônica”, uma nova era aonde se lançará as bases para uma ditadura “benevolente” por parte de uma elite mundial.

A era tecnotrônica teria no aparato tecnológico as ferramentas necessárias para subjugar intelectualmente, culturalmente e à força, se preciso, as massas condicionando-as para serem subservientes ao sistema. Brzezinski, nascido em 28/03/28, foi conselheiro da segurança nacional dos EUA e grande articulador dos planos de implantação da Nova Ordem Mundial.

O anúncio, portanto, da máquina da coca-cola, se insere neste contexto ao nos sugerir que a “era da tectrônica” não é mera ficção, mas realidade presente, e um caminho sem volta. Tal máquina também segue na esteira das transformações que visam substituir o dinheiro como o conhecemos, em papel moeda, pela moeda virtual, como atualmente acontece com os cartões de crédito e os já populares micro-chips, usados por alguns entusiastas mais adiantados e “contextualizados” ao sistema vindouro.

Entrementes, está chegando o dia em que a sociedade se verá totalmente dependente do aparato tecnológico para ter acesso aos meios mais básicos e necessários a sobrevivência humana. Como é dito em Apocalipse 13, quem não tiver “contextualizado” e “adaptado” ao sistema, dele não apenas não poderá se beneficiar como dele não poderá participar, pois, aquele sistema, ao qual se costuma chamar de Nova Ordem Mundial, inovará ao incorporar numa única estrutura, o poder político, econômico e religioso, neste aspecto, estar inserido no sistema significará não apenas a submissão político-social ao sistema, mas também a adoração ao sistema, ou, de seu representante, o anticristo. Contudo, a Bíblia deixa bem claro o que ocorrerá com o sistema e com aqueles que com ele compactuarem.

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3ª Guerra Mundial:os tambores começam a soar

“Em algum momento entre 1985 e 2010, o seguinte cenário se desdobrará, dependendo apenas do conjunto correto de circunstâncias: As áreas islâmica e judaica em Jerusalém serão combinadas com a cristã para criar a Aliança da Nova Jerusalém.”
fonte: http://www.espada.eti.br/n1573.asp ( para a leitura completa da matéria)

A frase acima foi dita em novembro de 2001 pelo ocultista Bill Lambert numa conferência nos EUA. A fala deste ocultista não soou como predição, mas como um apontamento de quem estava a par dos planos da NOM para a internacionalização de Jerusalém e posterior deflagração da 3ª guerra mundial como criterio decisivo para a manifestação do anticristo.

À luz da informação acima, será que podemos afirmar que o que está ocorrendo em Israel nos últimos dias, em relação aos assentamentos judaicos na Jerusalém oriental, e que tem despertado a repulsa até mesmo do antigo aliado, os EUA, seria uma movimentação politica para desencadear os fatos acima citados, ou seja, a internacionalização de Jerusalém e a posterior deflagração da 3ªGuerra Mundial, que produzirá o anticristo?

Se considerarmos as palavras de Lambert como sendo fiéis a agenda dos proponentes da NOM a resposta para a pergunta acima é que sim, os acontecimentos atuais no oriente médio podem ter esta motivação. Contudo, nunca devemos perder de vista que a história está sujeita a vontade soberana de Deus, logo, qualquer que seja a intenção e os planos daqueles que, em tese, possuem a capacidade de manipularem os acontecimentos no cenário mundial seguindo uma agenda de intenções previamente delineada, tudo depende do fato de Deus permitir ou não que as coisas assim aconteçam.

Mas, de fato, parece-nos que Deus tem permitido que os “poderosos” desta terra se considerem como capazes de se autoconduzirem e conduzirem os outros, como aparentemente nos revela a história. Entretanto, esta permissão de Deus, longe de ser uma indulgência, é parte de seu plano de levar o mundo em direção ao cumprimento de sua palavra profética, como se percebe, por exemplo, em Apocalipse 17:17 : ” Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus”.

O versiculo acima nos mostra que Deus, como Senhor da história, da natureza e do tempo, tem o total controle de sua criação, e tudo indica que estamos caminhando para o desenrolar dos acontecimentos profeticos como é de sua vontade. Nesta perspectiva, percebemos que os atuais acontecimentos na cena internacional, especialmente os que se referem ao conflito no oriente médio, estão nos conduzindo a passos largos para a consumação da palavra profetica. Isto posto, a deflagração da 3ª guerra mundial, que acreditamos, precederá o anticristo, é iminente. E não é necessário ser nenhum expert em profecia bíblica ou em relações internacionais para perceber que o mundo está caminhando nesta direção.

Focando novamente em Lambert, as crescentes tensões no oriente médio poderiam significar aquilo que reza a agenda ocultista. Em que sentido? No sentido de, através da ameaça de uma iminente guerra sem precedentes entre Israel e os árabes, possivelmente o grupo que atualmente compoe o chamado quarteto fantástico, formado por EUA, Rússia, União Européia e a ONU, intervir decisivamente no conflito decretando a internacionalização de Jerusalém. Tal medida, posteriormente seria o cordel detonante da 3ª guerra mundial, de cuja fumaça e cinzas surgiria o anticristo, conforme explicitou o artigo supracitado. Agora, isto é mera conjetura, podendo até mesmo, a 3ª guerra mundial, iniciar-se sem que a dita internacionalização de Jerusalém tenha ocorrido, o que poderia vir a acontecer justamente após esta guerra.

De qualqer forma ambos cenários se mostram plausíveis e nos servem de alerta para aquilo que Jesus recomendou a seus discipulos e que nos serve por extensão : Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima.” Lc 21:28

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Legion: Hollywood à serviço de Satanás



Afirma-se que 90% dos estúdios de hollywood estejam comprometidos com a doutrina luciferiana dos Illuminati sendo um poderoso instrumento de engenharia social para condicionar as últimas gerações a abandonarem os valores da antiga ordem, fundamentada nos valores da tradição judaico-cristã, em favor dos valores e da visão de mundo da Nova Ordem Mundial.

Quando tomamos conhecimento do enredo que envolve o filme “Legion”, somos inclinados a acreditar que a afirmação acima é totalmente verdadeira. O próprio titulo do filme já diz muito de seu conteúdo e nos faz lembrar das palavras do endemoninhado gadareno, o qual possesso por uma legião de demônios vociferou em resposta a Jesus: Legião é o meu nome, porque somos muitos.”Mc 5:9.

De fato o filme faz juz a seu nome, pois, seu conteúdo é uma total distorção do texto do livro de Apocalipse. Em uma entrevista o diretor Scott Stewart  confessou que se utilizou deste livro para a criação de seu filme, porém, sua blasfema adaptação promove uma verdadeira distorção que vão desde as figuras que integram a narrativa apocaliptica, com suas naturezas e papéis desempenhados e, como era de se esperar, até a  distorção da mensagem principal do livro, que é a revelação de Jesus Cristo ressurreto e glorificado, substiuindo-a por um roteiro que fala da revolta do Arcanjo Miguel contra Deus tentando frustar seu desígnio de exercer o juízo sobre a Terra.

Agindo assim, inadvertidamente, e para sua própria desgraça, Scott Stewart está atraindo sobre si a maldição claramente exposta no livro de Apocalipse a recair sobre todo aquele que, a exemplo deste diretor, alterarem qualquer parte das profecias no livro contidas, vejamos: Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.” Apoc 22: 8,9.

Contudo, a julgar pela natureza de Hollywood, parece que o diretor de Legion sabe o que pretende com seu  filme. Na esteira dos filmes hollywoodianos de temática apocaliptica, o propósito de Legion consiste em inverter valores, estigmatizando os cristãos como fundamentalistas e descompassados para os novos tempos e, num extremo mais grave, no devido tempo, como responsáveis pelas calamidades do juizo vindouro. Busca-se, também, através do processo dialético, jogar a criatura contra seu Criador, talvez, já como preparação para a revolta descrita em Ap 16:9, quando diante dos juízos de Deus, os homens, ao invés de se arrependerem de seus pecados irão, ao contrário, se endurecerem ainda mais.

“E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.” Apoc 16:9

Tudo isto nos serve de alerta e nos mostra que o fim de fato tem se aproximado, e que coisas ainda piores do que este blasfemo filme está para ser regurgitado das entranhas de Satanás, para a apreciação de uma geração má e adultera cada vez mais inclinada às coisas do oculto, “…as profundezas de satanás”. Ap 2:24.

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