Arquivo para novembro, 2008

Supremacia americana: um mito?

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CARACAS (Reuters) – Uma frota de navios de guerra russos chegou à Venezuela na terça-feira para fazer exercícios navais em conjunto com o país caribenho, disse o presidente Hugo Chávez. Os exercícios, que estão sendo acompanhados com atenção pelos Estados Unidos, coincidem com a visita do presidente russo, Dmitry Medvedev, que chega à Venezuela na quarta-feira.
A visita faz parte de um tour pela América do Sul que inclui o Brasil, onde ele está agora, e Cuba. Medvedev veio à América Latina no momento em que a queda do preço do petróleo está preocupando os países produtores de energia, como a Rússia e a Venezuela.
O governo norte-americano disse não considerar importante a visita de Medvedev à Venezuela. Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado, zombou da visita, perguntando se os navios seriam “acompanhados de rebocadores”.
Para ele, não há dúvidas quanto a quem tem o poder militar e econômico na região. “Vamos acompanhar (a visita) com atenção, mas não acho que alguns navios russos no Caribe, com os venezuelanos, vá levantar a sobrancelha de alguém”.[1]
O excerto de notícia acima, veiculada dias atrás, me chamou a atenção por dois motivos, os quais considero intrinsecamente relacionados: um alinhamento beligerante, na órbita da Rússia, de países contrários a política internacional norte-americana, e a arrogante e irresponsável declaração do porta-voz do Departamento de Estado, Sean McComrmack, ao menosprezar o poderio bélico russo.
O primeiro não nos incomodaria tanto, se não tivéssemos cientes e convictos, de que há uma grande e real possibilidade de haver um conflito militar sem precedentes num futuro próximo, que poderá significar a destituição dos EUA da liderança política-militar mundial, e o consequente solapamento da democracia mundial, pelo recrudecimento da influência socialista. Sabemos que isto pode soar um absurdo pra maioria das pessoas, afinal, por longos anos fomos condicionados – pela mídia e pela propaganda holliwoodiana – a acreditar que os EUA é força imbatível e, principalmente, á partir da desintegração da antiga URSS, achou-se que o poderio norte-americano estaria soberanamente estabelecido; nenhum engodo poderia ser maior. Enquanto a América se deleitava nesta ilusão, a Rússia veladamente articulava suas estratégias e amadurecia seu projeto militar – seguramente, o mais poderoso do mundo – , o armamento escalar, capaz de  lhe conferir larga vantagem em qualquer conflito militar em que vier a ingressar-se. Ao tomarmos conhecimento do poderio de destruição do armamento escalar russo, compreenderemos o porquê de considerarmos irresponsáveis as palavras de McComrmack. Antes, porém, a propósito de justificação de nosso posicionamento, não como verdade objetiva senão como reforço do argumento, mostraremos, com base em dois ângulos distintos, o porquê de acreditarmos que a aniquilação dos EUA, literal ou, enquanto potência mundial, é uma possibilidade a ser considerada.
1º- O argumento profético
(Ezequiel 38:1-9) – “Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo. Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.”
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A profecia acima, datada de cerca de 2.600 anos atrás, revela que nos últimos dias uma coalizão de países liderados pela Rússia viria do Norte e invadiria Israel.
Conceituados escatologistas e exegetas não unânimes em afirmar que a referência a Gogue e Magogue acima diz respeito a moderna Rússia:
“O termo ‘Gogue’ acima é traduzido a partir da frase hebraica ‘nesi rosh’. Embora ‘rosh’ possa ser um adjetivo com o significado de ‘cabeça’, ou líder, pode também significar o nome próprio de um local, ‘Rosh’. “O léxico hebraico de Brown, Driver e Briggs indica que Rosh aqui é o nome próprio de um povo… a Rússia atual.”
“Tubal e Meseque foram o quinto e o sexto filhos de Jafé, e seus descendentes se fixaram ao sul do Mar Negro… o nome Moscou deriva do nome tribal Meseque, e Tobolsk, o nome do estado principal, vem de Tubal. (The Coming Peace in the Middle East, de Tim LaHaye, Zondervan Publishing House, Grand Rapids, MI, pg 29-30)
Ao analisarmos a profecia, chama-nos a atenção, o fato de a Rússia, ao intentar contra Israel, não  sofrer resistência da parte de nenhum país. Este dado chamou a atenção de estudiosos no assunto, considerando eles que, Israel, sempre contou com o apoio e a proteção dos EUA. Especulou-se então, que o motivo da não resistência norte-americana ao ataque a Israel, conforme se observa na profecia, se devesse a duas possibilidades: os EUA estariam aquela altura condescendentes com o ataque ou, o mais provável, não estarão em condições de oferecer resistência, seja por estarem enfraquecidos econômica-militarmente ou, até mesmo, destruídos numa guerra anterior. Se isto puder ser levado em conta, o que não descartamos, então temos um argumento que corrobora a possibilidade aventada acima em relação ao futuro dos EUA.
2º- A conspiração ocultista
O termo Nova Ordem Mundial, mormente, remete a idéia de processo sócio-político-econômico no âmbito das relações internacionais. É uma leitura correta, porém, não se esgota aqui seu total significado.
Para escatologistas, teóricos de conspiração, ocultistas e esotéricos de matizes diversas etc. o termo se refere a algo de significado muito mais abrangente. No caso específico dos ocultistas e esotéricos, a Nova Ordem Mundial significa uma ruptura, no caso, com a antiga ordem fundamentada nos valores da tradição judaico-cristã. Busca-se uma “nova era”, um tipo de “iluminismo esotérico”, onde a civilização mundial irá transcender da atual ordem para uma nova existência, sendo que, tal transição, se dará de forma dramática, pela remoção de todo obstáculo que se fizer necessário, seja humano, cultural, político, religioso etc. quando então, o mundo se verá enfim, diante de uma realidade totalmente nova, caracterizada pela centralização do poder mundial, sob a égide de uma figura messiânica, atuando sob um governo global totalitário ” benevolente”.
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Antes de alguém julgar os ideais ocultistas como mera utopia de um bando de desajustados, é bom considerarmos o fato de que a totalidade da elite global está associada a uma sociedade secreta, ou são adeptos de algum tipo de ocultismo. Tais pessoas são políticos bem sucedidos, empresários, banqueiros internacionais, chefes de Estado, membros da nobreza européia etc. e trabalham diligentemente, cada qual em sua esfera de influência, para a implantação da Nova Ordem.
Sendo assim, considerando o nível de influência que tais pessoas estão revestidas, ficamos a pensar sobre até que ponto elas são capazes de interferir nos acontecimentos mundiais em prol dos seus objetivos. As citações abaixo são reveladoras e, ao mesmo tempo, estarrecedoras, pois revelam qual é a expectativa dos ocultistas em relação a nação americana para o futuro imediatamente anterior a implantação da Nova Ordem Mundial.
“No fim dos anos 1700, os espíritos-guia dos principais líderes Iluministas começaram a lhes dizer que o continente norte-americano, mais tarde chamado de Estados Unidos da América, seria estabelecido como uma nova Atlântida, uma terra de liberdades incomparáveis política, espiritual e economicamente. No entanto, esses espíritos-guia advertiram que essa nova Atlântida não seria o reino final; em vez disso, seria o passo intermediário para a Nova Atlântida final e aperfeiçoada. No momento certo na história mundial, essa nova Atlântida, seria destruída para que o sistema final chamado de Nova Ordem Mundial, sob a liderança do Cristo [anticristo], possa ser estabelecida.” [3]
“Os ocultistas sempre viram os EUA como uma ave Fênix. Após liderar o mundo na passagem para a Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, o plano deles é que os EUA se auto-imolem, queimem em chamas e sejam reduzidos à cinzas. No entanto, a partir da pilha de cinzas outra ave Fênix ressurgirá, desta vez o Reino Global do Anticristo[…]A autora Elizabeth fenix3van Buren, especialista em Nova Ordem Mundial, afirma muito bem esse conceito – embora misture as metáforas – quando diz: “Chegamos a um tempo em que muitos norte-americanos, como um novo cidadão da Atlântida, está recebendo a chamada: ‘Saia! o tempo está curto! Construa sua Arca e coloque nela como semente para a época futura tudo o que é digno da Nova Ordem Mundial! Leve consigo o sonho da Fraternidade Entre os Homens, pois foi seu país que tomou os primeiros passos para promover esse ideal. Nada é perdido e nenhuma coisa boa pode perecer na Terra. Somente ocorrem mudanças. Não tenha medo, pois das cinzas da Nova Atlântida surgirá em muitas partes do mundo um povo que terá consciência da sua unidade com a Atlântida e com a América. Eles ajudarão a criar uma democracia de estados sob um único governo, que dominará o mundo todo … O plano da Fraternidade Branca avança!” [The Secret of the Illuminati, van Buren, pg 150]
Destarte, o exposto acima, por mais fantasioso que possa parecer, não é para ser desprezado como tal, afinal, a experiência nos mostra que muitos fatos históricos se construíram à partir de forças conspiratórias. Adolf Hitler, por exemplo, crendo firmemente ser um predestinado, se julgou no direito de exterminar um povo – judeus – e conquistar o mundo.
Finalmente, tendo já vislumbrado estas perspectivas subjetivas, estamos agora em condições de falarmos sobre o temível armamento escalar, uma ameaça objetiva e real que os americanos não deveriam menosprezar, ao contrário, deveriam levá-la a sério, e serem mais ponderados em seus pronunciamentos em relação ao adversário.
O armamento escalar
Abaixo transcreveremos excertos de um artigo de David Bay sobre a natureza do armamento escalar e suas aplicações:
“O armamento escalar são ondas eletromagnéticas emitidas por meio de antenas de rádio construídas de uma forma especial. Embora os EUA tenham construído antenas HAARP quase uma década atrás, essa tecnologia é evidentemente inferior à tecnologia russa e pode representar um gigantesco esforço para “alcançar” o armamento russo. Veja o que diz o coronel Beardon:
“Já há algum tempo, a Rússia e vários outros países possuem armas altamente avançadas ‘eletromagnética-estendida’ (energética) de um tipo totalmente novo, usando uma teoria da eletrodinâmica grandemente aprimorada… A maioria dessas armas energéticas é mais avançada do que aquilo que anteriormente foi conhecido pelas comunidades militares, de inteligência e científicas dos EUA… Um grande fator de contribuição que retardou os EUA é que os fundamentos imprecisos da teoria de Maxwell, de 1865, não foram alterados pela comunidade científica ocidental.”
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“Com os EUA substancialmente atrasados nessas ‘novas’ superarmas estratégicas, um novo Projeto Manhattan parece ser aconselhável e garantido… Um sério desenvolvimento que ocorreu anteriormente neste ano (2002) foi o emprego pela China das armas de potencial quântico (QP) e as armas de pulso de energia eletromagnética negativa (EMP) — um tipo que originalmente chamávamos de MindSnapper para disfarçar sua verdadeira natureza. As armas de potencial quântico são as armas dominantes no mundo atualmente, seguidas de perto pelo armamento de energia eletromagnética negativa… Não podemos ter certeza de quantos países já têm o armamento de energia EMP negativa, mas são pelo menos cinco… Os EUA ainda estão bem atrasados…” [Fer De Lance, pg 4-5]
Essa informação é surpreendente, e confirma a desesperada advertência do coronel Byron Weeks, feita em 5 de outubro de 2002. “A América queimará no fogo”, ele diz, porque não tem os armamentos mais poderosos do mundo; não tem os armamentos para suportar as bravatas do presidente Bush, do Secretário de Defesa Rumsfeld e do Subsecretário da Defesa Wolfowitz.
Na verdade, desde 1985, quando a Rússia começou a testar seus novos armamentos, seus cientistas e militares fizeram vários testes contra aviões e mísseis, e observaram atentamente as reações americanas. O coronel Beardon disse: “Novamente, a reação dos britânicos — e dos EUA também — foi conforme prevista. Novamente, mostramos que não sabíamos nada a respeito do armamento escalar eletromagnético, e que não reconhecíamos um quando encontrávamos seus efeitos.” [Fer De Lance, pg 271][4]
Depreende-se do conteúdo acima que, se de fato, as coisas são como foram apresentadas, os EUA estão diante de um divisor de águas, diante do momento mais crítico de sua História. Crítico não apenas pelo que conhecemos do armamento escalar, mas pelo contexto geral que a nação está experimentando. Soma-se a ameaça russa, a ameaça terrorista, que dizem, segundo uma suposta matéria veiculada na internet, trazendo a declaração do terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, Mohammed Al-Asuquf, possuir em solo americano sete ogivas nucleares posicionadas em locais estratégicos esperando o momento certo para serem detonadas. Soma-se  ainda, a grave crise econômica pela qual atravessa a nação, deixando-a vulnerável e incapaz de financiar futuramente sua máquina de guerra, impedindo-a, assim, de manter, como sempre fez, vários pontos de combate em regiões diferentes, o que seria fatal, caso, por exemplo, a Coréia do Norte venha a atacar a Coréia do Sul, a China invada Taiwan e o Irã em conjunto aos países árabes empreendam ataque contra Israel., tudo isto, num mesmo período.
Definitivamente, o EUA parece não mais reunir as condições necessárias para se sustentar como o grande doutrinador mundial.
Entrementes, por tudo que foi falado até aqui, a remoção dos EUA de seu status quo, é seguramente, a maior aposta dos próximos anos, a não ser que, Deus, em sua eterna e soberana vontade, não permita.
Para encerrarmos, sabemos que muita gente torceu e torce pela desventura dos  norte-americanos, porém, mesmo sabendo dos graves pecados desta nação, seja notório a todos que a História é testemunha fiel em mostrar, que o imperialismo comunista matou mais pessoas do que todas as guerras juntas e, caso não saibam, a queda dos EUA, seguirá também, a queda da democracia em favor de um totalitarismo mundial, o que será infinitamente pior e, quando isto acontecer, muitos sentirão saudades dos tempos do Tio Sam.
Deus salve a América!!
[1] http://www.abril.com.br/noticias/m. shtml
[2] http://www.redrival.com/mensagematual/centrogoveua.htm
[3] http://www.espada.eti.br/ce1076.asp
[4] http://www.espada.eti.br/n1776.asp

Você está mentalmente e espiritualmente preparado para os dias difíceis que brevemente sobrevirão sobre toda a terra? Sente que há algo de errado com o mundo em que você vive? Há uma incomodação interior que aflige tua alma e não sabes o porquê ? Há uma resposta. Visite a SALA DE PARTO e, experimente o novo nascimento!!

O princípio das dores

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Atualmente tem se tornado costumeiro nos depararmos com notícias desanimadoras relacionadas aos mais diversos temas, tais como: crise econômica mundial, guerras entre nações, conflitos étnicos e regionais, terrorismo doméstico e internacional, violência urbana, fome em vários lugares, epidemias como a aids e outras que tem surgido, catástrofes naturais como tsunamis, terremotos, furacões devastadores, a corrupção de autoridades, legalização do aborto etc. Estas e outras coisas estão diariamente sendo veiculadas pelos mais diversos meios de comunicação. Tal contexto nos faz lembrar das palavras de Jesus dada em resposta a pergunta dos discípulos sobre os sinais que caracterizariam a proximidade de sua segunda vinda e do fim do mundo, conforme encontramos em Mateus 24: 2-8. Será que os acontecimentos atuais podem ser considerados como os sinais preditos por Jesus? E se o são, qual deve ser nossa postura diante desta realidade?
Ao longo desta abordagem procuraremos responder as indagações acima, para tanto, traçaremos um paralelo entre os sinais preditos por Jesus e alguns fatos ocorridos nos últimos anos, bem como na atualidade.

A DÚVIDA DOS DISCÍPULOSjeru1

O cenário é a Jerusalém dos tempos apostólicos, mais precisamente, o grandioso templo construído por Herodes. Ali, encontramos os discípulos como que estupefatos diante da magnificência daquele templo. Em dado momento, um deles chama a atenção de Jesus para a grandiosidade da construção. Contrariando o estado de espírito dos discípulos, Jesus não apenas demonstra não estar impressionado com a arquitetura do templo, como também afirma que o tal seria de todo destruído. De súbito, a resposta de Jesus faz com que a estupefação dos discípulos ceda lugar a um misto de surpresa e curiosidade. Passado alguns instantes, já estando eles no Monte das Oliveiras, se aproximam de Jesus e formulam aquelas perguntas que iriam gerar o que ficou conhecido como o “sermão profético de Jesus”:

Mt 24:1-8 “E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo. Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada. E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”

Jesus, ao citar os sinais que antecederiam a sua vinda e o fim do mundo, relacionou, pelo menos, 05 grandes sinais. Primeiramente, devemos atentar para o fato que, tais sinais, não significam que o fim terá chegado imediatamente, ao contrário, significam o início do processo que culminará no fim propriamente dito. A esse primeiro período, Jesus dá o nome de “… princípio das dores”, cujo sentido deriva, simbolicamente, das primeiras contrações que antecedem as dores do parto da mulher no processo da concepção. À exemplo das contrações, que a cada momento vão se intensificando até a hora do parto, os sinais preditos por Jesus se intensificarão, a medida que a história for seguindo seu curso, culminando naquele momento mais crítico onde, finalmente, o fim se dará de forma inadiável.
Naturalmente, devemos supor que Jesus espera que a geração comtemporânea a estes sinais, saiba identificá-los e, por conseguinte, saiba se posturar adequadamente, à semelhança da mulher grávida que, diante das primeiras contrações, se postura adequadamente pela iminente concepção. Assim, se pudermos encontrar nos acontecimentos atuais, os sinais profetizados por Jesus, então poderemos seguramente afirmar que estamos diante dos tempos finais e, sendo assim, deveremos nos posturar a partir de então.

ANALISANDO OS SINAIS

1º sinal – Os falsos cristos (Mateus 24:5) – “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos”.

O primeiro sinal dado por Jesus se refere ao surgimento de vários indivíduos reclamando para si mesmos o ofício do Cristo, do Messias aguardado. Ao longo das décadas tal profecia tem se mostrado incrivelmente verdadeira, pois, não são poucos, aqueles que têm se autoprojetado como figuras messiânicas e se apresentado como o Cristo. Vejamos alguns exemplos:

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-Maitréa, o cristo do Movimento Nova Era.

– José Luís de Jesús Miranda- “Jesus Cristo” é uma das alcunhas do porto-riquenho, de 61 anos, o criador da igreja Crescendo em Graça.
– Sergei Turop, o Vissarion, se diz o novo cristo e tem arrebanhado cerca de 5.000 fiéis.
-Mokiti Okada , também conhecido como Meishu-Sama, é considerado messias da igreja messiânica.
– Sun Myung Moon – considerado pelos seguidores da “igreja da unificação” como um messias.
– Iuri Thais, mais conhecido como Inri cristo, brasileiro que alega ser Jesus Cristo.

Estes são apenas alguns exemplos, de vários indivíduos que existem por aí, afirmando serem Cristo e que servem pra confirmar o que revelara Jesus em Mt 24:5, ou seja, são uns dos ditos falsos cristos que surgiriam nos últimos tempos, sendo que, o cumprimento mais exato desta profecia se dará na pessoa do Anticristo, a besta de Apocalipse 13 o qual conseguirá enganar grande parte do mundo de então.

2º sinal – Guerras e rumores de guerras“(Mateus 24:6) – “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.”

O segundo sinal diz respeito a ocorrência de guerras e rumores de guerra ( guerra fria?) como sinal característico dos tempos finais. Os dados abaixo confirmam com exatidão tal predição:

“Não só ocorrem mais guerras, mas seu efeito destrutivo aumentou. Até o momento, as guerras do século 20 mataram 99 milhões de pessoas, 12 vezes mais do que no século 19, 22 guerrasvezes mais do que no século 18. No século passado houve duas guerras com mais de um milhão de mortos; neste século houve 13 guerras assim.” — World Military and Social Expenditures 1986 (Gastos Mundiais Militares e Sociais 1986, de Ruth Leger Sivard).

Os dados acima não nos deixam qualquer dúvida sobre serem tais guerras e, as que estão ocorrendo e ainda ocorrerá, o sinal dado por Jesus em relação as “guerras e rumores de guerras”.

3º sinal – A fome(Mateus 24:7) “… e haverá fomes, …”

A questão da fome se coloca como o terceiro sinal apontado por Jesus. Analisemos a notícia abaixo:

“Más notícias: o problema está crescendo, revertendo a tendência que marcou a primeira metade da década de 90. De acordo com os números relativos ao período 1999/2001. Todo ano, cinco milhões de seres humanos estão se juntando ao exército de famintos, tornando mais distante a expectativa de cortar pela metade o número de pessoas que não tem o que comer até 2015. No total, 842 milhões de pessoas vão dormir com fome toda a noite.”

Este trecho de notícia revela que a fome é uns dos grandes males da atualidade e está, também, em evidência com o que antecipou Jesus.

4º Pestes ( doenças, epidemias)(Mateus 24:7)”… e pestes( epidemias)…

O quarto grande sinal nos mostra que nos últimos tempos a humanidade se veria diante de grandes epidemias que dizimariam muitas vidas.

epidemia“As doenças infecciosas ainda hoje são a causa principal de mortes no mundo, mais de 50 milhões apenas em 1996. O The World Health Report (Relatório da Saúde Mundial) de 1996, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta: “Boa parte do progresso feito em décadas recentes na melhora da saúde humana corre risco. Estamos no limiar de uma crise global de doenças infecciosas. Nenhum país é seguro.”

Este quadro retrata com precisão o sinal predito por Jesus sobre as pestes que assolariam o mundo nos últimos dias.

5º sinal – Terremotos em vários lugares (Mateus 24:7)”…e, terremotos, em vários lugares.

O quinto e último sinal característico do princípio das dores conforme coloca Jesus, seria a ocorrência de terremotos em vários lugares. A estatística abaixo confirma tal predição de forma surpreendente.

“Nos primeiros 40 anos do século 20 (de 1900 a 1939), ocorreram 974 terremotos na região. Nos 40 anos seguintes (de 1940 a 1979), ocorreram 3.572 terremotos, quase 4 vezes mais que no primeiro período. Nas décadas de 60 e 70 houve 2.758 terremotos, quase mil a mais que nos 60 anos anteriores (1.788 terremotos).”

terremotos

Mais dados:

Progressão dos grandes Terremotos
Século 16 – quatro grandes terremotos.
Século 17 – dez grandes terremotos.
Século 18 – dezesseis grandes terremotos.
Século 19 – quarenta e um grandes terremotos com cerca de 350 mil mortos.
Século 20 – até 1997, foram 96 grandes terremotos com cerca de 2.150 milhões de mortos.

“Steve Mattox, da Universidade de Dakota do Norte disse que seria melhor fazer uma análise da incidência apenas dos maiores terremotos já ocorridos, a fim de reduzir a dependência de observadores e do instrumental de medição. Segundo ele, na primeira metade do século 20 houve 15 terremotos desse tipo (de intensidade extrema), e na segunda metade haviam ocorrido até então 20 desses terremotos. Já em todo o século 19 registraram-se apenas 7 terremotos extremos . O Dr. Steve conclui: “Baseando-se nessa rápida análise de uma única fonte de informação, parece que a freqüência de terremotos está aumentando.”

Os dados acima são suficientes para nos convencer que os terremotos de que falou Jesus tem se cumprido ao longo deste último século e podemos esperar que se acentuarão ainda mais como comprova as estatísticas.

A QUESTÃO DA INCREDULIDADE

“(II Pedro 3:3-4) “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

A esta altura já não deveria restar qualquer dúvida de que os sinais preditos por Jesus estão acontecendo de forma incrivelmente exata, o que nos levaria a conclusão lógica, de que estamos vivenciando o chamado “… princípio das dores”. Contudo, haverá sempre aqueles que resistirão a verdade, conforme nos diz Pedro, ao questionarem a volta de Jesus atentando eles para a aparente demora. Entretanto, a aparente demora, segundo Pedro, é um problema do homem, uma vez que, para Deus, um dia é como mil anos e vice-versa e, ainda, a longanimidade de Deus aguarda o arrependimento do pecador. Alguém também poderia objetar que, tais acontecimentos identificados como os sinais preditos, não poderiam sê-los, haja vista, que sempre houve ocorrências destes ao longo dos séculos. Quanto a isto, argumentamos que, de fato, sempre houve guerras, fomes, doenças, porém, o que torna tais acontecimentos em sinais para o fim não é simplesmente a ocorrência deles considerada em si mesmos, mas sim, em relação a três variantes: intensidade, simultaneidade e perceptibilidade.
Intensidade no sentido de ocorrerem numa proporção cada vez maior, como evidenciou os dados acima citados.
Simultaneidade por ocorrerem, ao contrário do passado, quase que simultaneamente num curto período de tempo como temos visto em nossa geração.
Perceptibilidade porque, nas palavras de Jesus, “E ouvireis…”, depreende-se que os sinais, quando ocorressem, seriam percebidos por todos os discípulos em todo o mundo, haja vista que, os sinais, são para o tempo do fim, quando então, a comunidade dos discípulos de Jesus – a Igreja hodierna- estaria estabelecida em todo o mundo. Tal capacidade de percepção dos sinais a nível mundial só poderia se tornar possível, nos tempos modernos, com o advento da chamada “era da informação” onde distância e tempo não são mais obstáculos a informação como era no passado. O que significa um sinal pra um cristão no Brasil hoje, também o significa para um cristão no Japão, enfim, os acontecimentos atuais só poderiam ser considerados “os sinais”, se puderem sê-los para todos os discípulos em todo o mundo e, de fato, o são.

O QUE FAZER ENTÃO?

Diante da constatação de que vivemos aquilo que é chamado por Jesus de “o princípio das dores”, nossa postura como Igreja deve ser conforme nos recomenda a Palavra de Deus:

“(I Pedro 4:7) – E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração.”
1º-Despertamento: “… sede sóbrio…” significa que a primeira atitude que se espera do crente nos tempos finais é o despertamento, ou seja, a forma como você crê determinará a forma como você se comportará, assim o despertamento nos levará a uma tomada de atitude que esteja de acordo com a vontade do Senhor.
2º-Vigilância: “...vigiai em oração...” significa que devemos estar vigilantes em relação aos acontecimentos a nossa volta mas, também, vigilantes em relação a nossa vida espiritual, nossa santidade pessoal. Contudo, a vigilância de nada servirá se não tivermos nos fortalecendo em Cristo através de uma vida de oração e consagração diárias. Jesus disse a Pedro, Tiago e João: “Orai e vigiai, pra que não entreis em tentação, na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26:41)

“[I Pedro 4:8] – Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados.
(I Pedro 4:9) – Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações,”

3º-Comunhão recíproca entre irmãos: O fato de que temos que viver em comunhão é condição essencial e inegociável pelo Espírito de Deus que opera no meio do Corpo de Cristo. A comunhão que só é possível pela prática do amor sincero, cria o ambiente propício para a manifestação do Espírito Santo na Igreja e em nós individualmente, e nos permitirá vivermos o ia_romanos12_17-18-fundotipo de vida comunitária que se espera que a Igreja viva, onde não haverá ocasião para as desavenças, as contendas, as raízes de amargura, o ódio entre irmãos etc. os quais podem nos fazer ficar de fora das promessas do Pai e, consequentemente, nos fazer participantes das tribulações vindouras.

“(I Pedro 4:10) – Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
(I Pedro 4:11) – Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. “Amém.”

4º-Fidelidade a obra confiada: Em suas parábolas Jesus sempre chamou a atenção de seus discípulos sobre a necessidade da fidelidade do servo no cumprimento da obra a ele confiada pelo seu Senhor.( Mt 25:14) Assim , nós como servos de Cristo, devemos primar por sermos achados fiéis nestes tempos finais no estrito cumprimento de nossos dons e talentos confiados pelo Senhor para a edificação de sua Igreja. O não cumprimento desta obrigação poderá significar a nossa reprovação e nos desqualificar para o arrebatamento da Igreja fiel e, assim, nos tornar, como dissemos acima, participantes das tribulações futuras. Devemos sempre ter em mente que, a salvação é pela fé, mas o galardão é pela fidelidade a obra confiada.

 

Por tudo que foi até aqui apresentado, fica a nossa esperança de que pessoas venham a ser despertadas de seu sono espiritual e acordem para a realidade de que estamos diante da consumação de todas as coisas. Isto não significa que devemos deixar de lado nossos projetos pessoais e desistirmos da vida, afinal, nós trabalhamos, estudamos, temos sonhos, aspirações em várias áreas de nossas vidas etc. O chamado, é no sentido de que nós não nos deixemos ser entorpecidos pelos cuidados da vida e nos tornemos, por isto, alheios ao “escaton”- a consumação da história – conforme adiantou Jesus. Sendo assim, nossa postura nos tempos atuais deverá estar pautada em conformidade com as palavras do Mestre:

“Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez, e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço. Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face de toda a terra. Vigiai, pois, a todo tempo,orando, para que possais escapar de todas estas coisas que tem de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem.” Lucas 21 34-36

 

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Barack Obama em perspectiva

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Em que pese ao sentimento de satisfação generalizado, que se assenhoreou do mundo inteiro, envolvendo pessoas dos mais diferentes tipos, língua, raça, religião, posição social, ideologia política etc. em relação a eleição de Barack Obama como novo Presidente dos Estados Unidos, não poderei compartilhar de tamanha satisfação, atentando eu para dois aspectos que caracterizaram a campanha do ex- Senador: sua postura anti-bíblica, como se percebe no vídeo acima e seu messianismo auto-projetado, claramente evidenciado durante toda a fase de campanha rumo a Washington.

Adianto desde já, que pouco me importa se a Casa Branca estará sendo ocupada por democratas ou republicanos. Também que fique claro que não compactuo com qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for. A cor da pele de Obama, a sua orientação política, sua opção religiosa, a marca do terno preferido etc., para mim não faz a mínima diferença. Falo isto me antecipando a uma eventual acusação de preconceito e coisas do gênero — tal acusação é quase que imediata contra todos os que se arriscam a questionar algo acerca de Barack Obama.

O não compartilhamento da satisfação supracitada, como disse, deriva do fato de enxergar em Barack Obama um homem com um discurso e com uma postura desconstrutivista em relação aos valores de tradição judaico-cristã, os quais, até então, respondiam pela visão de mundo do povo americano e nortearam a sua cultura e história, embora, não seja incorreto afirmar que, a América, à partir da revolução cultural dos anos sessenta, venha se distanciando paulatinamente de suas origens cristãs.

A postura de Obama é a mesma da atual ala esquerdista e, por natureza, liberal (permissivista), que tem ascendido a maioria dos governos mundiais, o Brasil é o exemplo mais próximo. Tal relação não é de casualidade, mas, ao contrário, segue uma linha muito bem delineada, de acordo com uma agenda de interesses que fogem ao conhecimento das massas e que tem sido levada a efeito, por uma elite mundial atuando nos bastidores dos governos mundiais. Quanto a isto falaremos numa outra oportunidade. Por enquanto, interessa-nos a busca por dois objetivos: mostrar a incoerência das palavras proferidas por Obama, como mostrado no citado vídeo, que nos leva a questionar a legitimidade de sua alegada fé cristã e, desmistificar a idéia de que ele é o “salvador da pátria”, conforme as expectativas que pairam sobre sua pessoa, cuja expectativa, deve-se em parte, a estratégia de marketing de campanha, que o projetou como figura messiânica perante um contexto de crise, como a que vive a nação americana. A primeira, diz respeito a nós enquanto cristãos e, a segunda, a nós enquanto cidadãos de um mundo globalizado e, por isto mesmo, cada vez mais integrado, o qual nutre, em uníssono, a mesma expectativa em relação ao que esperar do governo de Barack Obama.

Primeiramente, uma leitura desapercebida do vídeo acima, nos dará a falsa impressão que Obama está correto em sua fala, afinal, ninguém questiona que o Estado é laico e livre para promover o bem comum para os cidadãos que o integram. Contudo, uma análise mais acurada, nos revelará, que a retórica apresentada por Obama é falaciosa, pois a mesma se sustenta sobre as bases da hipocrisia, da demagogia e de um sofisma que é próprio do processo dialético adotado pelos proponentes da Nova Ordem Mundial, pela qual o Presidente eleito seguramente labuta.

A retórica hipócrita, está, em que, se dizendo cristão, nega a fé que afirma professar ao desmerecer explicitamente a bíblia sagrada perante as câmeras da imprensa mundial, ridicularizando como fez, sem um mínimo de pudor, os relatos bíblicos e, ainda, pondo em dúvida, a inerrância das escrituras, ponto este, inegociável para um verdadeiro cristão. Esta disposição nos faz lembrar a seguinte passagem:

(Apocalipse 13:5-6) – “E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias […] E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu;

Qualquer semelhança é mera coincidência, ou não?

A demagogia fica por conta de uma fala, que sabe, agradará a seus ouvintes, uma sociedade americana entorpecida pelo materialismo e pelo secularismo, que a torna insensível as arrogantes e, quase blasfêmas, palavras proferidas, ao ponto de o aplaudirem e participarem com ele de seu sacrílego senso de humor diante da ridicularização de passagens bíblicas propositadamente escolhidas.

O incrível, é que, em certo momento da sua campanha, procurando ele defender o respaldo do Estado á união civil entre pessoas do mesmo sexo, faz uso do texto bíblico que ele mesmo desacredita, recorrendo ao “Sermão da Montanha” para justificar sua posição, como pode ser comprovado no trecho da reportagem abaixo:

“O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e senador pelo Estado de Illinois, Barack Obama, defendeu seu apoio à união civil de casais homossexuais referindo-se no “Sermão da Montanha”, segundo reportagem do site PinkNews.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378105.shtml

O sofisma se revela, no argumento maldoso, objetivando criar uma imagem negativa dos evangélicos conservadores, tidos por fundamentalistas na dialética perniciosa dos organismos governamentais hodiernos, da mídia secularizada e dos moderninhos politicamente corretos entre os quais se acham muitos “evangélicos”.

Obama, dissimuladamente, induz seus ouvintes em erro ao insinuar que os valores defendidos pelos cristãos são baseados em passagens isoladas do texto bíblico e, ao fazê-lo, ele escolhe, ardilmente, aquelas que geram não pouca dificuldade de compreensão, em razão de se situarem num contexto teológico, temporal e cultural totalmente diverso do que vive os cristãos de hoje. Ele parece não entender que, quando os chamados cristãos fundamentalistas, se posicionam contra o aborto, a união civil de casais do mesmo sexo, a pedofilia, a legalização das drogas etc. o fazem não com base em passagens isoladas do Antigo Testamento, mas sim, com base no senso de justiça, de amor, no respeito a ordem natural da criação, no respeito a vida e, principalmente, no temor de Deus, sendo que, tais valores, se constituem em valores universais estabelecidos por Deus como Senhor da criação e doador da vida. A bíblia não cria tais valores, ela dá testemunho deles.

Falando em valores universais, é bom que se diga, que há em curso no mundo atual, uma verdadeira guerra contra os universais. Por universais estamos considerando tudo aquilo que está ligado a uma leitura totalizante, aquelas grandezas como Deus, moral, amor, justiça, igreja, ética, verdade etc. que, até pouco tempo, moldava o paradigma da civilização ocidental. Experimentamos uma revolução no campo dos valores onde tudo o que era absoluto tem sido relativizado em favor de uma pluralidade, como gosta Obama, típica destes tempos pós-modernos. O resultado disto para o cristão, que costuma se posicionar biblicamente perante a realidade que o cerca, é uma tremenda crise de acomodação cultural. Obama sabe disto.

Novamente, nos reportando ao vídeo acima, o novo Presidente faz uma colocação que diz muito sobre o tipo de cristão que ele é, bem como, o tipo de postura que terá como líder da nação americana:

“Agora, isto vai ser difícil para alguns que acreditam na inerrância da bíblia, como muitos evangélicos acreditam (logicamente ele não se inclui entre eles), mas em uma sociedade pluralista nós não temos escolha.”

Barack Obama está dizendo com isto, que não crê na bíblia como a infalível palavra de Deus e, por isto mesmo, não terá qualquer compromisso com a maioria cristã do povo americano, quando tiver que tomar decisões em algum aspecto conflitante, como as questões relativas ao aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo, a questão das drogas, programas curriculares de educação sexual de crianças, eutanásia e outras que poderão surgir nestes tempos de mudanças. Ele buscará fundamentação para suas decisões políticas com base não em princípios ético-morais, mas na cartilha da emergente esquerda mundial da Nova Ordem. Agindo assim, Barack Obama estará confirmando a suspeita de que sua alegada conversão a fé cristã não passou de uma conveniente estratégia de marketing eleitoreiro.

Entrementes, não menos incoerente que a retórica apresentada, é a postura adotada pelo ex-Senador durante a fase de campanha, ao se auto-projetar como figura messiânica perante o povo americano e, por que não dizer, perante o mundo como se pode observar:

“Vocês sentirão uma luz vindo do alto, experimentarão uma epifania e uma voz de dentro lhes dirá: Eu tenho de votar em Barack Obama”.

“este é o tempo em que os Oceanos se acalmarão e o nosso planeta começará a sarar”.lo

“Vou confessar, desmentindo boatos: não nasci em uma manjedoura. Nasci no planeta Kripton, e fui enviado por meu pai para salvar a Terra”

Tais palavras de Obama, tem a meu ver, apenas duas justificativas : ou ele é um grande “marketeiro” que soube aproveitar o momento propício, embora se o tiver feito, acrescente-se a ele o predicado de grande irresponsável, pois o cargo e o momento exigem alguém melhor do que isto ou, então, Obama tem cartas na manga, o que justificaria tamanha serenidade e tranqüilidade para posar, como faz, de “salvador da pátria”.

images27Destarte, seu apelo veio a calhar, haja vista, o cenário de indefinição pelo qual passa a nação americana diante da atual crise instalada e ramificada pelo mundo afora e que acabou por corroborar com este apelo messiânico. Obama se aproveitou de uma sociedade cativa pelo contexto vivenciado e pronta para eleger o primeiro “salvador da pátria” que assim se apresentasse como opção. Ao invés de apresentar propostas concretas de governo, coisa que o oponente republicano Jonh McCain também não fez, o então candidato canalizou as expectativas do eleitorado para este perfil messiânico adotado. É claro que sabemos não ser isto apenas, o motivo da eleição de Obama. O povo americano se desiludiu com o neo-conservadorismo bushiniano e pretende se livrar dele o quanto antes. A associação que fazem da atual crise com o governo republicano da era Bush é quase que imediata, a ponto dele ter sido considerado, em recente pesquisa, como o mais impopular dos Presidentes que o país já teve.

Pareceu, portanto, aos americanos e ao mundo, que Barack Obama foi a melhor opção. Será mesmo? Ou estamos diante de um consenso surrealista onde as impressões estão falando mais que a razão? O porquê deste messianismo a priori, se o histórico de Barack Obama enquanto homem público, não tem nenhuma credencial, no sentido de realizações, que lhe ratifique a candidatura e eleição para o cargo público mais importante do mundo? Ah, me esqueci, ele tem como “grande feito” seu projeto de educação sexual “compreensiva” que aborda explicitamente pontos como esperma, ereção peniana, penetração vaginal e, orientação sexual e sexo gay – tudo isto voltado para crianças com menos de 08 anos de idade. Preconceito da minha parte? Paranóia de teórico de conspiração? Ou será que minha insegurança em relação a Obama se deve ao fato de sua vida estar envolta em questões conflitantes, como ser ele amigo do “ex-terrorista” Bill Ayers preso várias vezes nos EUA por atos terroristas nos anos 60 tendo vitimado pessoas inocentes. Ou, por ter os estudos de Obama em Harvard sido financiados por Donald Warden – Khalid Abdullah Tariq al-Mansour – após conversão ao Islã e conhecido por fundar o grupo terrorista Panteras Negras? Talvez seja por Phillip J. Berg, um advogado da Pensilvânia, acusar Obama de falsificar uma certidão de nascimento, para falsamente comprovar que ele nasceu nos EUA, podendo então ser tornar presidenciável. Mas isto é boato, como foi o da avó de Obama que teria revelado em uma suposta gravação, que o neto nascera no Quênia, mas, que, infelizmente, não poderá nos esclarecer esta questão, pois falecera às vésperas da eleição do neto. Deve ter sido a emoção. Restam aos irmãos de Obama, que afirmam ser ele muçulmano e não cristão – o que justificaria a grande aceitação do mesmo perante a comunidade islâmica mundial, incluindo a AL-Quaeda do Obzama, o Ahmadinejad e cia – esclarecer o mal entendido da tal certidão.

Por tudo isto, me sinto inseguro em relação a Barack Hussein (agora Steve) Obama, o que me leva a questionar sobre  “quais forças” estiveram agindo para que fosse possível à este enigmático cidadão estar a caminho da Casa Branca. Contudo, meu desejo é que Obama contrarie estas suspeitas e se revele um dos melhores presidentes que a América já teve, exercendo seu cargo com justiça e equidade — o que sabemos ser difícil para alguém que não pautará suas ações nos valores tradicionais da moral cristã. Deixemos, portanto, que o crivo do tempo revele quem de fato é Barack Hussein( Steve) Obama.

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Hitler, protótipo do anticristo

Quando assisti pela primeira vez ao vídeo acima, foi inevitável a comparação deste personagem histórico, Adolf Hitler, com um outro personagem de uma outra história ainda a se realizar. Tal personagem, por enquanto, ainda está restrito ao relato das escrituras bíblicas, especialmente a literatura apocalíptica, e aguarda o momento oportuno pra sair dos relatos e saltar para o palco da história humana. Além dos relatos bíblicos, ainda é possível encontrá-lo em escritos de cunho esotérico, próprio dos círculos ocultistas, apesar de ali, o mesmo ser apresentado numa leitura diferente de acordo com as expectativas peculiares daqueles conciliábulos. Mas afinal de contas, em que aspecto é possível fazer a correspondência entre ambos os personagens? A resposta a esta pergunta, quem nos dá é a bíblia sagrada, considerando os relatos que descortinam todo o processo de ascensão e queda do Anticristo no cenário mundial, de acordo com o esquema profético dantes anunciado. Mas antes, é necessário enfatizar o que fora exposto pelo vídeo acima.

Hitler foi um verdadeiro fenômeno dentro da Alemanha, antes mesmo de assumir o papel que lhe coube na história, como o conhecemos. Este homem surge do anonimato e, numa escalada surpreendente, consegue conquistar o coração de toda a Alemanha. Não fosse o fato de ele ter conduzido seus esforços, no insano objetivo de extermínio dos judeus- o problema judaico- e de dominar o mundo, apoiado na crença da superioridade ariana, a Alemanha estaria hoje, numa posição ainda maior do que ela ocupa atualmente entre as maiores potências do mundo. Hitler pegou uma Alemanha quebrada, falida no pós-guerra, com uma inflação astronômica e sem qualquer perspectiva de melhora, com a alto-estima nacional em baixa e conseguiu em curto espaço de tempo reverter todo este quadro. O impacto disto na consciência do povo alemão foi tal, que Hitler conseguiu se firmar no poder e conduzir seu macabro plano acima citado. As massas ficavam como que extasiadas diante dos inflamados discursos de Hitler, não importando o quão nocivo eles revelavam ser, e isto ocorreu, não obstante, a Alemanha ser uma nação de nível cultural dos mais excelentes, berço de grandes vultos que se destacaram na história da filosofia, teologia, nas artes, etc.

A princípio somos levados a achar que tamanho sucesso de Hitler entre os alemães se deva ao somatório das medidas político-administrativas por ele adotadas, aliada ao carisma nacional alcançado, mediante o despontamento dele como figura messiânica, numa utopia – manifesta á força de uma retórica poderosa – de levar a nação a um tempo de glória imemorial. Em parte isto está correto, contudo, isto não é o todo da questão. Na verdade, há uma meta-história por detrás da história que o mundo conhece. E é justamente nesta meta-história que reside a chave para compreendermos quem de fato foi este enigmático personagem chamado Adolf Hitler e quem será o mais enigmático ainda, Anticristo, a besta que surge do abismo. ( Cf Apoc 13:1-2)

Muita gente ficaria chocada e surpreza se soubesse que Hitler foi um produto cunhado na obscuridade de uma sociedade ocultista. A sociedade secreta a que pertencia Hitler se denominava Grupo de Thule [ou Sociedade de Thule], a qual tinha como líder Dietrich Eckart, que foi o mentor espiritual de Hitler tendo-o iniciado e forjado para ser conforme as aspirações daquela ordem ocultista. Já no leito de morte Eckart se vangloriava: Sigam Hitler! Ele dançará, mas fui eu que iniciei a música.! Eu o iniciei na ‘Doutrina Secreta’, abri seus centros de visão e lhe dei os meios de comunicar-se com os Poderes…” ( extraído do livro The Spear of Destiny: The Occult Power Behind The Spear Which Pierced The Side of Christ , pg 91, por Trevor Ravencroft).

Nas primeiras décadas do século passado, existia no seio de algumas sociedades ocultistas na Alemanha, a expectativa do surgimento de um “iluminado”, alguém que viria para cumprir uma grande obra. Eis  que surge Adolf Hitler, o qual sinalizou para todos os ocultistas, praticantes dos vários segmentos de magia, que era aquele a quem aguardavam e, fez isto, adotando a suástica, um antiquíssimo símbolo ocultista, o qual não apenas adotou como também o inverteu, num sinal claro para todos os ocultistas, de que á partir dali, estava ele fazendo opção pelo caminho negro que, conforme cria, lhe asseguraria o sucesso almejado.

Sob a tutela de Eckart, Hitler se submeteu a uma série de práticas ocultistas que envolviam, desde perversão sexual num contexto ritualístico, até experiências mediúnicas e incorporação demoníaca. Há vários relatos da vida pessoal de Hitler, que citam certos comportamentos do mesmo, que estão em estrita relação com o que acabamos de citar. A experiência pela qual passou Hitler foi fundamental para cunhar o tipo de pessoa que ele veio a se tornar, um ser implacável, obstinado, frio, sem compaixão, e ao mesmo tempo, capaz de conquistar a simpatia, a lealdade doentia e subserviência de toda uma nação. Este paradoxo em Hitler só foi possível mediante uma cobertura espiritual demoníaca agindo através dele

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Resumidamente, podemos afirmar que Hitler foi alguém que, se achando um predestinado, recorreu a métodos não convencionais, de caráter ocultista, para consolidar seus objetivos de conquista do poder na Alemanha e, a posteriori, em grande parte da Europa. Para isto aproveitou-se do momento oportuno – a crise nacional do pós-guerra – se projetando como figura messiânica típica destes momentos de crise.

Agora, após esta leitura desconhecida da vida de Hitler, estamos em condições de traçar um paralelo deste com aquele outro personagem que, em muitos aspectos, será uma continuidade do primeiro, com uma ressalva, a de que o sobrepujará em caráter maligno e em realizações.

PRÁTICAS OCULTISTAS E INFLUÊNCIA SATÂNICAS

Hitler envolveu-se com poderes satânicos para respaldar sua escalada de poder. De igual modo, o Anticristo estará totalmente envolvido com magia e práticas satânicas. (Daniel 8:23,24) –Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações; E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.”

Hitler foi capacitado por Satanás para exercer o papel que lhe coube na história. O Anticristo receberá todo o poder de Satanás para agir em todo o mundo. (Apocalipse 13:2) – E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.”

Hitler se valeu de um poderoso discurso que impactava e envolvia seus ouvintes. O Anticristo também se valerá de palavras persuasivas e enganadoras as quais serão ratificadas por sinais sobrenaturais que lhe será concedido realizar. (II Tessalonicenses 2:9-10) – A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.”

Hitler exaltava a força como elemento único e justificável para o cumprimento da vontade no processo de superação dos obstáculos e confirmação de poder. O Anticristo servirá ao deus (diabo) das fortalezas (força) para a conquista de seus objetivos. (Daniel 11:38)  “ Mas em seu lugar honrará a um deus das forças; e a um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro, e com prata, e com pedras preciosas, e com coisas agradáveis.

O ÓDIO CONTRA OS JUDEUS

Hitler nutria um ódio tal contra o povo judeu, que acabou por levá-lo a um programa de genocídio que culminou no extermínio de cerca de 06 milhões de judeus durante um período de 07 anos. O Anticristo, de igual forma, odiará a nação judaica e empreenderá uma perseguição implacável contra ela. (Mateus 24:15-21) – Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda; Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; E quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sua casa; E quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes. Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias! E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado; Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.”

AMBIENTE HISTÓRICO SEMELHANTE

Hitler ascendeu ao poder num contexto de crise nacional e, por isto mesmo, foi aclamado como salvador da pátria. Semelhantemente, o Anticristo surgirá em meio a uma crise mundial sem precedentes na história e será recebido como o grande solucionador, o cumprimento das expectativas messiânicas dos povos.

O MESMO ESPÍRITO DE ARROGÂNCIA E AUTOEXALTAÇÃO

Hitler se engrandeceu acima de tudo e de todos. O Anticristo se exaltará de tal forma que se julgará deus merecedor de adoração por parte de todos. (II Tessalonicenses 2:4) –O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.”

QUEBRA DE ALIANÇAS FIRMADAS

Hitler firmou alianças de não agressão com países como a Rússia, por exemplo, e logo após quebrou estas alianças e invadiu o território dos países dantes aliançados. O Anticristo fará uma aliança de 07 anos com a nação judaica e na metade do período quebrará tal aliança e empreenderá uma terrível perseguição contra o povo judeu. (Daniel 9:27) – E ele firmará aliança com muitos por uma semana ( 07 anos segundo a contagem profética das 70 semanas de anos); e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.”

Há ainda outras correlações que poderiam ser citadas, mas, penso que estas são suficientes para mostrar, o quão perfeitamente Adolf Hitler poderia ser considerado, o protótipo do Anticristo. E, considerando  a natureza recorrente de certas condições históricas – paz e prosperidade, guerra e crise econômica –  somos levados a acreditar que, em termos econômicos, o tempo das vacas gordas passou  e o momento atual é de total indefinição quanto aos próximos meses, ou anos. A única certeza que temos é que a economia mundial está a beira de uma recessão. Tal contexto é terreno fértil para o surgimento de  figuras que se apresentam como salvadores da pátria, tanto pelas condições favoráveis a isto quanto pelo clamor mundial que se manifesta na busca por tal figura messiânica; neste aspecto, Hitler soube aproveitar  a oportunidade. Em suma, se a história se repetir, o que cremos acontecerá, segundo a palavra profética, então já podemos  ouvir os passos do cavaleiro no cavalo branco (Cf Apoc 6:2) vindo a galope e saltando para o palco do cenário mundial. Estejamos atentos!

 

 

Para uma leitura mais aprofundada sugiro os artigos abaixo, disponíveis no site “ A Espada do Espírito”.

O papel de Adolf Hitler na Nova Ordem Mundial

Adolf Hitler: tipo do Anticristo


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