Arquivo para outubro, 2008

O relógio do fim

relogio do fim

“Um grupo internacional de cientistas adiantou em dois minutos os ponteiros do Relógio do Juízo Final, um instrumento  simbólico que marca quantos minutos restam para a aniquilação da humanidade. Atualmente o Relógio marca 5 minutos” ¹

A notícia acima dá conta de que cientistas resolveram criar um relógio que tem sido usado como referencial para se avaliar o quanto o mun­do está diante de uma iminente destruição. O marco decisivo deste relógio é a meia-noite, ou seja, quando o relógio assim marcar o mundo estará, em tese, diante do seu fim.

Para nós que conhecemos a Palavra de Deus, o termo meia-noite nos faz lembrar da parábola das 10 virgens de Mt 25. Ali nos é dito que um grupo de virgens (noivas) aguardava a chegada do noivo. Ficamos sabendo que o noivo se demo­rou Mas, á meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo saí ao seu encontro”. No contexto profético da parábola, as virgens são uma figura das pessoas – cristãos/judeus messiânicos – que afirmam seguir à Jesus, o noivo, e a meia-noite significa o clímax da história humana, quando então se dará o retorno de Jesus Cristo. Isto está bem claro na parábola. Agora, algo interessante no texto é sobre a hora da che­gada do noivo, à meia-noite.

Como dissemos, o apelo da parábola é profé­tico. Assim sendo, devemos compreender o texto com olhar profético. Logo, a meia-noite na pará­bola significa um momento especial. Natural­mente falando, meia-noite significa aquele mo­mento onde a noite se encontra na sua maior ple­nitude, onde as trevas estão mais densas. Contu­do, a meia-noite marca também um momento de transição, ou seja, o limite das trevas anuncia a chegada da manhã, o raiar de um novo dia.

Trazendo esta realidade para o plano espiritual e profético, podemos entender a meia-noite da parábola como o momento critico da história humana onde o contexto mundial será caracterizado por uma situação de crise em todos os aspectos da sociedade, colapso da economia mundial, fome, guerras, cataclismas mundiais, epidemias, e ainda, um colapso moral sem precedentes na história “Sabe, porém, isto : que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons” (2Tm 3.1-3). E é justamente  esta reali­dade que tem se manifestado em nossos dias.

De acordo com o físico Stephen Hawking, um dos maiores gênios contemporâneos e membro do conselho do Relógio, o mundo está novamente perto de um apocalipse nuclear e de um desastre ecológico. Segundo Hawking, o aquecimento global representa uma grande ameaça, maior até que o terrorismo e a guerra nuclear, por isso o Relógio foi adiantado.” ²

Nos dias atuais percebemos cada vez mais um afastamento do homem dos caminhos de Deus. Nos noticiários quase somente se ouve notícias de guerras, revoluções, violência, aumento da criminalidade, desprezo pela vida alheia, corrupção, sem contar epidemias, catástrofes natu­rais, crise economia global etc. A cultura moderna tem privilegiado justamente aqueles comportamentos contrários aos fundamentos da palavra de Deus e aos seus valores como o individualismo, hedonismo, materialismo, promiscuidade, a desestruturação da família tradicional e a perversão deste conceito, o aborto, adultério, a falta de absolutos morais e tantos outros males. O corolário desta constatação é que definitivamente nos aproximamos da meia-noite do mundo. Partindo desta constatação, nossa postura como cristãos nestes dias deve ser de vigilância como nos recomenda a parábola:”Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.

Entendamos, não saber o dia e a hora é diferente de não saber o momento profético. De fato não podemos saber o tempo cronológico (do Gr Kronos), mas podemos saber o tempo profético, oportuno ( no Grego=tempo Kairós). Portanto estejamos atentos, pois os sinais dos tempos nos indicam a iminência do retorno do Mestre.

Finalmente, da mesma forma como no mundo natural, a meia-noite espiritual também nos mostra que um novo dia se aproxima, Romanos 13:12-A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos ,pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz”. Deus está nos chamando nestes tempos finais a andarmos na sua luz e abandonarmos todo tipo de trevas. A igreja como portadora da luz de Jesus, deve assumir sua responsabilidade de ser esta luz para o mundo, dissipando as trevas da ignorância espiritual que tem mantido os homens presos ao engano do pecado e alheios a vontade de Deus.

Dizem que certo líder de uma conhecida denominação, ao perguntar em oração à Deus quanto tempo ainda nos resta, recebeu uma visão de um relógio o qual marcava cinco minutos para a meia-noite. O relógio de Deus se aproxima da hora decisiva, a qualquer momento será dado o sinal, o som da trombeta de Deus soará para a santa convocação e o chamamento (arrebatamento) da noiva se ouvirá então: “Eis o noivo, saí a seu encontro”! Você está preparado?

Paulo Costa

(¹)(²)- Fonte: www.apolo11.com
 


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Dificuldades a vista!!

Esta semana certa pessoa me relatou que um missionário compartilhou-lhe uma experiência ocorrida por estes dias. O missionário teria dito que enquanto estava orando ouviu claramente Deus lhe falar que aquilo que os missionários estão acostumados a experimentar no campo – provações diversas  – o mundo todo experimentará muito em breve.

A veracidade ou não da experiência, no momento é coisa de somenos. Os últimos acontecimentos mundiais, especificamente na área econômica, nos mostra que de fato, o mundo está caminhando para um momento delicado em sua história.

Apesar de o início desta semana ter sido marcado por certo alívio em relação a crise que perturbou a todos na semana passada, já pelo meio da semana a euforia se esvanecia com os prognósticos nada animadores dos “arautos” do poder econômico – aqueles que são pagos para falarem em consonância com a cartilha dos poderosos, diga-se de passagem.

Pois bem, as medidas tomadas pelos governos americano e europeus, em socorro ao sistema financeiro, apesar do enorme volume de dinheiro envolvido, não conseguiram criar a estabilidade emocional necessária para a recuperação da economia mundial e, hoje, quarta-feira, 15 de outubro de 2008, as bolsas mundiais voltaram a despencarem ladeira abaixo. O fato, é que as ações coordenadas dos governos em socorro ao sistema financeiro, foram paliativos que não conseguiram e, talvez, não conseguirão mais, recuperar o statu quo ante da economia mundial. A dica do que virá daqui para frente, quem nos dá é ninguém menos do que um dos maiores investidores do mundo, numa recente entrevista à CNBC, o legendário investidor Jim Rogers, CEO da Rogers Holdings:

“Os atuais planos de emergência que forçam os governos a emitir mais dívida, imprimir dinheiro e inundar o mercado com liquidez, só nos darão inflação e isso irá criar mais problemas”, alertou.

“Estamos definindo para nós o cenário quando sairmos deste holocausto: uma enorme inflação”, disse ele.

Tal opinião, vinda de uma figura ambientada com os mercados financeiros, deveria ser levada a sério. Alguns acreditam que o capitalismo, tal como o conhecemos, ruirá em breve, assim como ruiu e caíram por terra as torres gêmeas, as quais, sendo o centro e o símbolo do sistema financeiro mundial, foram, por isto mesmo, um sinal profético da queda deste mesmo sistema. Contudo, é preciso esclarecer um fato, qual seja, não havemos de pensar que esta crise é acidental e incontrolável pelos governos, pelo contrário, para os que estão familiarizados com a chamada Nova Ordem Mundial, é fácil perceber que o que está ocorrendo é um fenômeno de transição orquestrado por uma elite mundial com interesses bem definidos. Estamos saindo de um modelo econômico de livre mercado – neoliberalismo – que corria seu fluxo sem a ingerência do Estado, e entrando num novo modelo de tendência fascista onde, ao contrário do modelo anterior, será o Estado quem ditará as regras do jogo. O que isto significa na prática? Significará que á partir de agora, a sociedade se verá numa dependência cada vez maior do Estado, o qual, abandonando gradativamente seus princípios democráticos, se converterá finalmente num Estado totalitário regional alinhado e integrado á um Estado totalitário global – a Nova Ordem Mundial. Muito em breve, quando a crise  mundial atingir seu ápice, o futuro Estado fascista globalizado, criado e controlado por uma subjacente elite global, terá assumido o controle de todo o sistema financeiro mundial (vejam bem, o governo americano esta semana comprou ações de bancos e empresas). Á partir daí as coisas caminharão a passos largos para aquele modelo de governo conforme vemos em Apoc 13:16-17 : ” E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”

É eu sei, a conversa começou a ficar esquisita, me desculpem, mas não tenho outra via, esta é a via que o mundo está fadado a percorrer e, deixe-me lhes dizer, esta via é mão única. Querendo nós ou não, acreditando ou descartando os fatos como frutos de teorias de conspiração, a coisa vai acontecer inevitavelmente. Falo isto com pesar, também sou uma pessoa que tem sonhos, projetos não realizados e muita vontade de ser feliz, porém, não posso pecar por excesso de ingenuidade voluntária e fingir que as coisas nunca foram tão boas. Apesar de que, é tentador pensar assim, afinal, na fala do personagem Cypher, do filme Matrix – “a ignorância é uma benção!!” – há uma meia-verdade, pois , se por um lado saber é poder, por outro, saber pode significar sofrer. Ainda assim, prefiro sofrer por saber, a vir a sofrer por ter escolhido não saber.

Entrementes, se então não temos escolha, qual deve ser nossa postura como cristãos diante desta realidade? A postura que devemos ter é de prudência. É hora de ajuntar em “celeiros” tal como José fez no Egito. Estamos falando de economizar e deixarmos de lado a cultura consumista a que estávamos acostumados. A era do consumismo e do materialismo, veias do capitalismo, terminou. Vamos gastar naquilo que “é pão” considerando o aspecto de nossa administração financeira.

A milenar cultura chinesa vê a crise como sinônimo de grande oportunidade. Que tal usarmos esta lógica chinesa pra tirarmos proveito deste momento de crise? Qual proveito? O de fazermos uma releitura ontológica de nós mesmos, enquanto seres criados à imagem e semelhança de Deus. A humanidade, em favor do materialismo, se afastou tanto de Deus que acabou por coisificar a si mesma, resultando no tipo de sociedade que temos sido  até então – materialista, perigosamente autosuficiente, logo, afastada de Deus. Urge um despertamento da humanidade para sua real condição antes que seja tarde demais, se existe um momento propício a isto, este momento é agora. No mais, o chamado que eu faço é para que vivamos cada dia como se fosse o último. Vamos valorizar cada detalhe do cotidiano, olhar pro próximo não como coisa  mas como ser que é, amá-lo verdadeiramente como se não fôssemos vê-lo novamente, rever as prioridades da vida, como o convívio com a família, trocado pela excessiva ocupação com o trabalho ou com qualquer outro empreendimento particular. Há muitas coisas a serem ditas e cada um sabe onde está em falta. Finalmente, creio firmemente que seremos arrebatados antes do sistema maligno do Anticristo entrar em cena, porém, acredito que iremos experimentar, antes do arrebatamento, momentos difíceis, portanto, vamos ser simples como as pombas mas prudentes como as serpentes, sabendo isto, que “…quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima…(Lc21:28).


ah40

 


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