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Supremacia americana: um mito?

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CARACAS (Reuters) – Uma frota de navios de guerra russos chegou à Venezuela na terça-feira para fazer exercícios navais em conjunto com o país caribenho, disse o presidente Hugo Chávez. Os exercícios, que estão sendo acompanhados com atenção pelos Estados Unidos, coincidem com a visita do presidente russo, Dmitry Medvedev, que chega à Venezuela na quarta-feira.
A visita faz parte de um tour pela América do Sul que inclui o Brasil, onde ele está agora, e Cuba. Medvedev veio à América Latina no momento em que a queda do preço do petróleo está preocupando os países produtores de energia, como a Rússia e a Venezuela.
O governo norte-americano disse não considerar importante a visita de Medvedev à Venezuela. Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado, zombou da visita, perguntando se os navios seriam “acompanhados de rebocadores”.
Para ele, não há dúvidas quanto a quem tem o poder militar e econômico na região. “Vamos acompanhar (a visita) com atenção, mas não acho que alguns navios russos no Caribe, com os venezuelanos, vá levantar a sobrancelha de alguém”.[1]
O excerto de notícia acima, veiculada dias atrás, me chamou a atenção por dois motivos, os quais considero intrinsecamente relacionados: um alinhamento beligerante, na órbita da Rússia, de países contrários a política internacional norte-americana, e a arrogante e irresponsável declaração do porta-voz do Departamento de Estado, Sean McComrmack, ao menosprezar o poderio bélico russo.
O primeiro não nos incomodaria tanto, se não tivéssemos cientes e convictos, de que há uma grande e real possibilidade de haver um conflito militar sem precedentes num futuro próximo, que poderá significar a destituição dos EUA da liderança política-militar mundial, e o consequente solapamento da democracia mundial, pelo recrudecimento da influência socialista. Sabemos que isto pode soar um absurdo pra maioria das pessoas, afinal, por longos anos fomos condicionados – pela mídia e pela propaganda holliwoodiana – a acreditar que os EUA é força imbatível e, principalmente, á partir da desintegração da antiga URSS, achou-se que o poderio norte-americano estaria soberanamente estabelecido; nenhum engodo poderia ser maior. Enquanto a América se deleitava nesta ilusão, a Rússia veladamente articulava suas estratégias e amadurecia seu projeto militar – seguramente, o mais poderoso do mundo – , o armamento escalar, capaz de  lhe conferir larga vantagem em qualquer conflito militar em que vier a ingressar-se. Ao tomarmos conhecimento do poderio de destruição do armamento escalar russo, compreenderemos o porquê de considerarmos irresponsáveis as palavras de McComrmack. Antes, porém, a propósito de justificação de nosso posicionamento, não como verdade objetiva senão como reforço do argumento, mostraremos, com base em dois ângulos distintos, o porquê de acreditarmos que a aniquilação dos EUA, literal ou, enquanto potência mundial, é uma possibilidade a ser considerada.
1º- O argumento profético
(Ezequiel 38:1-9) – “Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo. Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.”
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A profecia acima, datada de cerca de 2.600 anos atrás, revela que nos últimos dias uma coalizão de países liderados pela Rússia viria do Norte e invadiria Israel.
Conceituados escatologistas e exegetas não unânimes em afirmar que a referência a Gogue e Magogue acima diz respeito a moderna Rússia:
“O termo ‘Gogue’ acima é traduzido a partir da frase hebraica ‘nesi rosh’. Embora ‘rosh’ possa ser um adjetivo com o significado de ‘cabeça’, ou líder, pode também significar o nome próprio de um local, ‘Rosh’. “O léxico hebraico de Brown, Driver e Briggs indica que Rosh aqui é o nome próprio de um povo… a Rússia atual.”
“Tubal e Meseque foram o quinto e o sexto filhos de Jafé, e seus descendentes se fixaram ao sul do Mar Negro… o nome Moscou deriva do nome tribal Meseque, e Tobolsk, o nome do estado principal, vem de Tubal. (The Coming Peace in the Middle East, de Tim LaHaye, Zondervan Publishing House, Grand Rapids, MI, pg 29-30)
Ao analisarmos a profecia, chama-nos a atenção, o fato de a Rússia, ao intentar contra Israel, não  sofrer resistência da parte de nenhum país. Este dado chamou a atenção de estudiosos no assunto, considerando eles que, Israel, sempre contou com o apoio e a proteção dos EUA. Especulou-se então, que o motivo da não resistência norte-americana ao ataque a Israel, conforme se observa na profecia, se devesse a duas possibilidades: os EUA estariam aquela altura condescendentes com o ataque ou, o mais provável, não estarão em condições de oferecer resistência, seja por estarem enfraquecidos econômica-militarmente ou, até mesmo, destruídos numa guerra anterior. Se isto puder ser levado em conta, o que não descartamos, então temos um argumento que corrobora a possibilidade aventada acima em relação ao futuro dos EUA.
2º- A conspiração ocultista
O termo Nova Ordem Mundial, mormente, remete a idéia de processo sócio-político-econômico no âmbito das relações internacionais. É uma leitura correta, porém, não se esgota aqui seu total significado.
Para escatologistas, teóricos de conspiração, ocultistas e esotéricos de matizes diversas etc. o termo se refere a algo de significado muito mais abrangente. No caso específico dos ocultistas e esotéricos, a Nova Ordem Mundial significa uma ruptura, no caso, com a antiga ordem fundamentada nos valores da tradição judaico-cristã. Busca-se uma “nova era”, um tipo de “iluminismo esotérico”, onde a civilização mundial irá transcender da atual ordem para uma nova existência, sendo que, tal transição, se dará de forma dramática, pela remoção de todo obstáculo que se fizer necessário, seja humano, cultural, político, religioso etc. quando então, o mundo se verá enfim, diante de uma realidade totalmente nova, caracterizada pela centralização do poder mundial, sob a égide de uma figura messiânica, atuando sob um governo global totalitário ” benevolente”.
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Antes de alguém julgar os ideais ocultistas como mera utopia de um bando de desajustados, é bom considerarmos o fato de que a totalidade da elite global está associada a uma sociedade secreta, ou são adeptos de algum tipo de ocultismo. Tais pessoas são políticos bem sucedidos, empresários, banqueiros internacionais, chefes de Estado, membros da nobreza européia etc. e trabalham diligentemente, cada qual em sua esfera de influência, para a implantação da Nova Ordem.
Sendo assim, considerando o nível de influência que tais pessoas estão revestidas, ficamos a pensar sobre até que ponto elas são capazes de interferir nos acontecimentos mundiais em prol dos seus objetivos. As citações abaixo são reveladoras e, ao mesmo tempo, estarrecedoras, pois revelam qual é a expectativa dos ocultistas em relação a nação americana para o futuro imediatamente anterior a implantação da Nova Ordem Mundial.
“No fim dos anos 1700, os espíritos-guia dos principais líderes Iluministas começaram a lhes dizer que o continente norte-americano, mais tarde chamado de Estados Unidos da América, seria estabelecido como uma nova Atlântida, uma terra de liberdades incomparáveis política, espiritual e economicamente. No entanto, esses espíritos-guia advertiram que essa nova Atlântida não seria o reino final; em vez disso, seria o passo intermediário para a Nova Atlântida final e aperfeiçoada. No momento certo na história mundial, essa nova Atlântida, seria destruída para que o sistema final chamado de Nova Ordem Mundial, sob a liderança do Cristo [anticristo], possa ser estabelecida.” [3]
“Os ocultistas sempre viram os EUA como uma ave Fênix. Após liderar o mundo na passagem para a Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, o plano deles é que os EUA se auto-imolem, queimem em chamas e sejam reduzidos à cinzas. No entanto, a partir da pilha de cinzas outra ave Fênix ressurgirá, desta vez o Reino Global do Anticristo[…]A autora Elizabeth fenix3van Buren, especialista em Nova Ordem Mundial, afirma muito bem esse conceito – embora misture as metáforas – quando diz: “Chegamos a um tempo em que muitos norte-americanos, como um novo cidadão da Atlântida, está recebendo a chamada: ‘Saia! o tempo está curto! Construa sua Arca e coloque nela como semente para a época futura tudo o que é digno da Nova Ordem Mundial! Leve consigo o sonho da Fraternidade Entre os Homens, pois foi seu país que tomou os primeiros passos para promover esse ideal. Nada é perdido e nenhuma coisa boa pode perecer na Terra. Somente ocorrem mudanças. Não tenha medo, pois das cinzas da Nova Atlântida surgirá em muitas partes do mundo um povo que terá consciência da sua unidade com a Atlântida e com a América. Eles ajudarão a criar uma democracia de estados sob um único governo, que dominará o mundo todo … O plano da Fraternidade Branca avança!” [The Secret of the Illuminati, van Buren, pg 150]
Destarte, o exposto acima, por mais fantasioso que possa parecer, não é para ser desprezado como tal, afinal, a experiência nos mostra que muitos fatos históricos se construíram à partir de forças conspiratórias. Adolf Hitler, por exemplo, crendo firmemente ser um predestinado, se julgou no direito de exterminar um povo – judeus – e conquistar o mundo.
Finalmente, tendo já vislumbrado estas perspectivas subjetivas, estamos agora em condições de falarmos sobre o temível armamento escalar, uma ameaça objetiva e real que os americanos não deveriam menosprezar, ao contrário, deveriam levá-la a sério, e serem mais ponderados em seus pronunciamentos em relação ao adversário.
O armamento escalar
Abaixo transcreveremos excertos de um artigo de David Bay sobre a natureza do armamento escalar e suas aplicações:
“O armamento escalar são ondas eletromagnéticas emitidas por meio de antenas de rádio construídas de uma forma especial. Embora os EUA tenham construído antenas HAARP quase uma década atrás, essa tecnologia é evidentemente inferior à tecnologia russa e pode representar um gigantesco esforço para “alcançar” o armamento russo. Veja o que diz o coronel Beardon:
“Já há algum tempo, a Rússia e vários outros países possuem armas altamente avançadas ‘eletromagnética-estendida’ (energética) de um tipo totalmente novo, usando uma teoria da eletrodinâmica grandemente aprimorada… A maioria dessas armas energéticas é mais avançada do que aquilo que anteriormente foi conhecido pelas comunidades militares, de inteligência e científicas dos EUA… Um grande fator de contribuição que retardou os EUA é que os fundamentos imprecisos da teoria de Maxwell, de 1865, não foram alterados pela comunidade científica ocidental.”
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“Com os EUA substancialmente atrasados nessas ‘novas’ superarmas estratégicas, um novo Projeto Manhattan parece ser aconselhável e garantido… Um sério desenvolvimento que ocorreu anteriormente neste ano (2002) foi o emprego pela China das armas de potencial quântico (QP) e as armas de pulso de energia eletromagnética negativa (EMP) — um tipo que originalmente chamávamos de MindSnapper para disfarçar sua verdadeira natureza. As armas de potencial quântico são as armas dominantes no mundo atualmente, seguidas de perto pelo armamento de energia eletromagnética negativa… Não podemos ter certeza de quantos países já têm o armamento de energia EMP negativa, mas são pelo menos cinco… Os EUA ainda estão bem atrasados…” [Fer De Lance, pg 4-5]
Essa informação é surpreendente, e confirma a desesperada advertência do coronel Byron Weeks, feita em 5 de outubro de 2002. “A América queimará no fogo”, ele diz, porque não tem os armamentos mais poderosos do mundo; não tem os armamentos para suportar as bravatas do presidente Bush, do Secretário de Defesa Rumsfeld e do Subsecretário da Defesa Wolfowitz.
Na verdade, desde 1985, quando a Rússia começou a testar seus novos armamentos, seus cientistas e militares fizeram vários testes contra aviões e mísseis, e observaram atentamente as reações americanas. O coronel Beardon disse: “Novamente, a reação dos britânicos — e dos EUA também — foi conforme prevista. Novamente, mostramos que não sabíamos nada a respeito do armamento escalar eletromagnético, e que não reconhecíamos um quando encontrávamos seus efeitos.” [Fer De Lance, pg 271][4]
Depreende-se do conteúdo acima que, se de fato, as coisas são como foram apresentadas, os EUA estão diante de um divisor de águas, diante do momento mais crítico de sua História. Crítico não apenas pelo que conhecemos do armamento escalar, mas pelo contexto geral que a nação está experimentando. Soma-se a ameaça russa, a ameaça terrorista, que dizem, segundo uma suposta matéria veiculada na internet, trazendo a declaração do terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, Mohammed Al-Asuquf, possuir em solo americano sete ogivas nucleares posicionadas em locais estratégicos esperando o momento certo para serem detonadas. Soma-se  ainda, a grave crise econômica pela qual atravessa a nação, deixando-a vulnerável e incapaz de financiar futuramente sua máquina de guerra, impedindo-a, assim, de manter, como sempre fez, vários pontos de combate em regiões diferentes, o que seria fatal, caso, por exemplo, a Coréia do Norte venha a atacar a Coréia do Sul, a China invada Taiwan e o Irã em conjunto aos países árabes empreendam ataque contra Israel., tudo isto, num mesmo período.
Definitivamente, o EUA parece não mais reunir as condições necessárias para se sustentar como o grande doutrinador mundial.
Entrementes, por tudo que foi falado até aqui, a remoção dos EUA de seu status quo, é seguramente, a maior aposta dos próximos anos, a não ser que, Deus, em sua eterna e soberana vontade, não permita.
Para encerrarmos, sabemos que muita gente torceu e torce pela desventura dos  norte-americanos, porém, mesmo sabendo dos graves pecados desta nação, seja notório a todos que a História é testemunha fiel em mostrar, que o imperialismo comunista matou mais pessoas do que todas as guerras juntas e, caso não saibam, a queda dos EUA, seguirá também, a queda da democracia em favor de um totalitarismo mundial, o que será infinitamente pior e, quando isto acontecer, muitos sentirão saudades dos tempos do Tio Sam.
Deus salve a América!!
[1] http://www.abril.com.br/noticias/m. shtml
[2] http://www.redrival.com/mensagematual/centrogoveua.htm
[3] http://www.espada.eti.br/ce1076.asp
[4] http://www.espada.eti.br/n1776.asp

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